Atenção: Considere o relato hipotético a seguir para responder à questão.
Ao examinar a legalidade de contrato celebrado por órgão da Administração Pública federal mediante dispensa de
licitação, o Tribunal de Contas da União apura haver irregularidades em sua celebração, bem como na respectiva
execução. Assinala, assim, prazo para que o órgão adote as medidas necessárias ao cumprimento da lei; não sendo
atendido dentro do referido prazo, determina de imediato a suspensão da execução contratual e dá ciência de seus
achados ao Ministério Público, para que este adote as medidas necessárias à responsabilização penal e por improbidade
administrativa dos envolvidos. Diante dos elementos recebidos, o Ministério Público adota, concomitantemente, duas
providências em face dos que reputa responsáveis: o ajuizamento de ação penal, pela prática de crimes tipificados na lei
de licitações; e o ajuizamento de ação civil pública, pela prática de atos definidos em lei como de improbidade
administrativa, requerendo nesta sede que sejam condenados à suspensão de direitos políticos, à perda da função pública
para os que a detivessem, à indisponibilidade de bens e ao ressarcimento dos prejuízos causados ao erário em
decorrência da contratação ilícita.
Nesse caso, em conformidade com a Constituição Federal, ao Tribunal de Contas NÃO caberia