A preposição em destaque preenche corretamente a lacuna em:
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A preposição em destaque preenche corretamente a lacuna em:
“E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona..." – 3º parágrafo. Apresenta-se, aí, o desenrolar paralelo de dois fatos, entre os quais pode haver uma relação de causa e efeito. Logo, constata-se o estabelecimento da seguinte relação de sentido:
“Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização." – 3º parágrafo. A palavra destacada é criação do autor. É, porém, neologismo de fácil compreensão, pois ao radical – de significado amplamente conhecido – acrescentaram-se dois sufixos bem usuais. Quanto ao significado dos elementos mórficos em destaque, há INCORREÇÃO em:
“Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico [...], pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo." – 4º parágrafo. Ao reescrever esse trecho, com alterações sintáticas e semânticas, forma-se a seguinte frase correta e coerente:
“Eles veem a Terra de fora da Terra." – 1º parágrafo. Segundo a norma ortográfica em vigência, não há acento gráfico na palavra em destaque. Também NÃO recebe acento gráfico nenhuma das palavras em:
TEXTO: Ecologia integral A ecologia integral parte de uma nova visão da Terra. É a visão inaugurada pelos astronautas a partir dos anos 60 quando se lançaram os primeiros foguetes tripulados. Eles veem a Terra de fora da Terra. De lá, de sua nave espacial ou da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano. Daquela perspectiva, Terra e seres humanos emergem como uma única entidade. O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera. A Terra emerge como o terceiro planeta de um Sol que é apenas um entre 100 bilhões de outros de nossa galáxia, que, por sua vez, é uma entre 100 bilhões de outras do universo, universo que, possivelmente, é apenas um entre outros milhões paralelos e diversos do nosso. E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora. Caso contrário não estaríamos aqui. Os cosmólogos, vindos da astrofísica, da física quântica, da biologia molecular, numa palavra, das ciências da Terra, nos advertem de que o inteiro universo se encontra em cosmogênese. Isto significa: ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando um sistema aberto, sempre capaz de novas aquisições e novas expressões. Portanto ninguém está pronto. Por isso, temos que ter paciência com o processo global, uns com os outros e também conosco mesmo, pois nós, humanos, estamos igualmente em processo de antropogênese, de constituição e de nascimento. Três grandes emergências ocorrem na cosmogênese e antropogênese: (1) a complexidade/diferenciação, (2) a auto- organização/consciência e (3) a religação/relação de tudo com tudo. A partir de seu primeiro momento, após o Big-Bang, a evolução está criando mais e mais seres diferentes e complexos (1). Quanto mais complexos mais se auto-organizam, mais mostram interioridade e possuem mais e mais níveis de consciência (2) até chegarem à consciência reflexa no ser humano. O universo, pois, como um todo possui uma profundidade espiritual. Para estar no ser humano, o espírito estava antes no universo. Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização. E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona e se religa (3) com todas as coisas, fazendo com que o universo seja realmente uni-verso, uma totalidade orgânica, dinâmica, diversa, tensa e harmônica, um cosmos e não um caos. As quatro interações existentes, a gravitacional, a eletromagnética e a nuclear fraca e forte constituem os princípios diretores do universo, de todos os seres, também dos seres humanos. A galáxia mais distante se encontra sob a ação destas quatro energias primordiais, bem como a formiga que caminha sobre minha mesa e os neurônios do cérebro humano com os quais faço estas reflexões. Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico, aberto, passando pelo caos que é sempre generativo, pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo, desembocando numa ordem rica de novas potencialidades. Leonardo Boff - adaptado http://leonardoboff.com/site/lboff.htm - acesso em 09/04/2013 O texto de Boff contém informações importantes, mas não é neutro, pois expressa um ponto de vista sobre o assunto abordado. A presença e a subjetividade do autor evidenciam-se em:
“ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando" – 2º parágrafo. Nesse segmento, os verbos destacados integram uma locução verbal. Os três estão flexionados na forma nominal gerúndio, porém NÃO é isso o que ocorre em:
TEXTO: Ecologia integral A ecologia integral parte de uma nova visão da Terra. É a visão inaugurada pelos astronautas a partir dos anos 60 quando se lançaram os primeiros foguetes tripulados. Eles veem a Terra de fora da Terra. De lá, de sua nave espacial ou
da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano. Daquela perspectiva, Terra e seres humanos emergem como uma única entidade. O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera. A Terra emerge como o terceiro planeta de um Sol que é apenas um entre 100 bilhões de outros de nossa galáxia, que, por sua vez, é uma entre 100 bilhões de outras do universo, universo que, possivelmente, é apenas um entre outros milhões paralelos e diversos do nosso. E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora. Caso contrário não estaríamos aqui. Os cosmólogos, vindos da astrofísica, da física quântica, da biologia molecular, numa palavra, das ciências da Terra, nos advertem de que o inteiro universo se encontra em cosmogênese. Isto significa: ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando um sistema aberto, sempre capaz de novas aquisições e novas expressões. Portanto ninguém está pronto. Por isso, temos que ter paciência com o processo global, uns com os outros e também conosco mesmo, pois nós, humanos, estamos igualmente em processo de antropogênese, de constituição e de nascimento. Três grandes emergências ocorrem na cosmogênese e antropogênese: (1) a complexidade/diferenciação, (2) a auto- organização/consciência e (3) a religação/relação de tudo com tudo. A partir de seu primeiro momento, após o Big-Bang, a evolução está criando mais e mais seres diferentes e complexos (1). Quanto mais complexos mais se auto-organizam, mais mostram interioridade e possuem mais e mais níveis de consciência (2) até chegarem à consciência reflexa no ser humano. O universo, pois, como um todo possui uma profundidade espiritual. Para estar no ser humano, o espírito estava antes no universo. Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização. E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona e se religa (3) com todas as coisas, fazendo com que o universo seja realmente uni-verso, uma totalidade orgânica, dinâmica, diversa, tensa e harmônica, um cosmos e não um caos. As quatro interações existentes, a gravitacional, a eletromagnética e a nuclear fraca e forte constituem os princípios diretores do universo, de todos os seres, também dos seres humanos. A galáxia mais distante se encontra sob a ação destas quatro energias primordiais, bem como a formiga que caminha sobre minha mesa e os neurônios do cérebro humano com os quais faço estas reflexões. Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico, aberto, passando pelo caos que é sempre generativo, pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo, desembocando numa ordem rica de novas potencialidades. Leonardo Boff - adaptado http://leonardoboff.com/site/lboff.htm - acesso em 09/04/2013 “E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora.” – 2º parágrafo. O substantivo em destaque é derivado de outro e, pelo contexto, percebe-se que o significado de calibre, ao qual calibragem se relaciona, nesse caso, é:
“e possuem mais e mais níveis de consciência" – 1º parágrafo. Na grafia da palavra destacada, há três dígrafos [duas letras agrupam-se para representar apenas um fonema]. Quanto à ocorrência de dígrafo, todas as palavras obedecem à convenção ortográfica em:
“Caso contrário não estaríamos aqui." – 1º parágrafo. Nesse caso, a flexão no futuro do pretérito do indicativo ocorre justificadamente, pois o verbo:
TEXTO: Ecologia integral A ecologia integral parte de uma nova visão da Terra. É a visão inaugurada pelos astronautas a partir dos anos 60 quando se lançaram os primeiros foguetes tripulados. Eles veem a Terra de fora da Terra. De lá, de sua nave espacial ou da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano. Daquela perspectiva, Terra e seres humanos emergem como uma única entidade. O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera. A Terra emerge como o terceiro planeta de um Sol que é apenas um entre 100 bilhões de outros de nossa galáxia, que, por sua vez, é uma entre 100 bilhões de outras do universo, universo que, possivelmente, é apenas um entre outros milhões paralelos e diversos do nosso. E tudo caminhou com tal calibragem que permitiu a nossa existência aqui e agora. Caso contrário não estaríamos aqui. Os cosmólogos, vindos da astrofísica, da física quântica, da biologia molecular, numa palavra, das ciências da Terra, nos advertem de que o inteiro universo se encontra em cosmogênese. Isto significa: ele está em gênese, se constituindo e nascendo, formando um sistema aberto, sempre capaz de novas aquisições e novas expressões. Portanto ninguém está pronto. Por isso, temos que ter paciência com o processo global, uns com os outros e também conosco mesmo, pois nós, humanos, estamos igualmente em processo de antropogênese, de constituição e de nascimento. Três grandes emergências ocorrem na cosmogênese e antropogênese: (1) a complexidade/diferenciação, (2) a auto- organização/consciência e (3) a religação/ relação de tudo com tudo. A partir de seu primeiro momento, após o Big-Bang, a evolução está criando mais e mais seres diferentes e complexos (1). Quanto mais complexos mais se auto-organizam, mais mostram interioridade e possuem mais e mais níveis de consciência (2) até chegarem à consciência reflexa no ser humano. O universo, pois, como um todo possui uma profundidade espiritual. Para estar no ser humano, o espírito estava antes no universo. Agora ele emerge em nós na forma da consciência reflexa e da amorização. E, quanto mais complexo e consciente, mais se relaciona e se religa (3) com todas as coisas, fazendo com que o universo seja realmente uni-verso, uma totalidade orgânica, dinâmica, diversa, tensa e harmônica, um cosmos e não um caos. As quatro interações existentes, a gravitacional, a eletromagnética e a nuclear fraca e forte constituem os princípios diretores do universo, de todos os seres, também dos seres humanos. A galáxia mais distante se encontra sob a ação destas quatro energias primordiais, bem como a formiga que caminha sobre minha mesa e os neurônios do cérebro humano com os quais faço estas reflexões. Tudo se mantém religado num equilíbrio dinâmico, aberto, passando pelo caos que é sempre generativo, pois propicia um novo equilíbrio mais alto e complexo, desembocando numa ordem rica de novas potencialidades. Leonardo Boff - adaptado http://leonardoboff.com/site/lboff.htm - acesso em 09/04/2013 No texto, o autor afirma que o ser humano é a própria Terra. Um argumento fundamental para justificar essa afirmativa encontra-se no seguinte segmento:
De lá, de sua nave espacial ou da Lua, como testemunharam vários deles, a Terra aparece como resplandecente planeta azul e branco que cabe na palma da mão e que pode ser escondido pelo polegar humano. A palavra como possui vários homônimos; assim, assume classificações, funções e significados distintos, conforme o contexto de uso. No segmento em destaque, é empregada duas vezes, introduzindo, respectivamente, as noções de:
Considere a seguinte frase, do primeiro parágrafo, para responder à questão.
Nas duas vezes em que ocorre nessa frase, a palavra que é pronome relativo e funciona como sujeito da oração que introduz, além de representar termo já mencionado anteriormente. Idêntica classificação e função do que se verifica em:
“até chegarem à consciência reflexa no ser humano" – 3º parágrafo. Nesse contexto, é necessário o emprego do acento grave, indicativo de crase. Também pode ocorrer crase em:
Na frase “O ser humano é a própria Terra enquanto sente, pensa, ama, chora e venera.", do 2º parágrafo, justifica-se o emprego das vírgulas, pois ocorre:
“E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.” O mesmo motivo gramatical que leva ao uso da vírgula nessa frase justifica seu emprego em:
Palavras do texto que recebem acento gráfico em decorrência de diferentes regras ortográficas estão agrupadas em:
Quanto à adoção de ações para ____ o aquecimento global, a negociação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento ____ desafios, mas grande parte dos envolvidos ____ otimismo. Autoridades brasileiras ____ como meta a expansão do uso de fontes renováveis e ____ o aumento dos recursos destinados a financiar ações relacionadas à redução de gases de efeito estufa. A perspectiva é que a adoção e a aplicação dessas metas ____ para limitar em até 2 graus centígrados (2ºC) o aumento da temperatura da Terra. Observando as regras de concordância verbal, as lacunas são corretamente preenchidas pelas seguintes formas:
De acordo com os sentidos do texto, é inquestionável que, por meio da flexão na primeira pessoa do plural, a autora NÃO se refere apenas a cariocas, habitantes ou administradores da cidade do Rio de Janeiro, no seguinte contexto:
“Não há mais tempo para reverter vários efeitos das mudanças climáticas que já nos afetam.” Preservando o padrão formal da língua escrita, ao reescrever essa frase mantém-se a correção gramatical em:
Em “conjunto de morros que se estende perto do mar", o termo em destaque funciona como elo subordinante da oração que inicia e se refere a termo da oração anterior, logo é pronome relativo. Cumpre diferente função e pertence a outra classe gramatical o que existente em:
O texto “O Rio que estamos perdendo” é dissertativo. Entre os argumentos apresentados pela autora para sustentar sua tese e convencer o leitor da pertinência de seu ponto de vista, é predominante a:
“Mas, ninguém conseguirá estabilizar o clima da Terra sozinho. Por isso, não podemos perder a oportunidade dada pelo acordo climático global fechado em Paris...”Os conectivos em destaque iniciam as frases coordenando-as e estabelecem, respectivamente, as seguintes relações de sentido:
Em “O Rio também se juntou à Aliança das Cidades Neutras em Carbono durante a COP-21.”, assinala-se em negrito o uso de sinal grave, indicativo de crase, que também deve ser empregado sobre o a destacado na seguinte frase:
O substantivo metrópole é composto pela junção de dois radicais. Nenhum desses dois elementos mórficos está presente na formação da seguinte palavra:
O substantivo metrópole é composto pela junção de dois radicais. Nenhum desses dois elementos mórficos está presente na formação da seguinte palavra:
Quanto à adoção de ações para ____ o aquecimento global, a negociação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento ____ desafios, mas grande parte dos envolvidos ____ otimismo. Autoridades brasileiras ____ como meta a expansão do uso de fontes renováveis e ____ o aumento dos recursos destinados a financiar ações relacionadas à redução de gases de efeito estufa. A perspectiva é que a adoção e a aplicação dessas metas ____ para limitar em até 2 graus centígrados (2ºC) o aumento da temperatura da Terra. Observando as regras de concordância verbal, as lacunas são corretamente preenchidas pelas seguintes formas:
“E isso será uma grande vitória, pois hoje estamos a caminho dos 4 graus ou mais.” O mesmo motivo gramatical que leva ao uso da vírgula nessa frase justifica seu emprego em:
Palavras do texto que recebem acento gráfico em decorrência de diferentes regras ortográficas estão agrupadas em:
Em “conjunto de morros que se estende perto do mar", o termo em destaque funciona como elo subordinante da oração que inicia e se refere a termo da oração anterior, logo é pronome relativo. Cumpre diferente função e pertence a outra classe gramatical o que existente em: