De acordo com Rangel e colaboradores (2005), o lazer deve ser uma das possibilidades da educação física na escola, e sugerem que uma das ações a serem viabilizadas na escola seja:
29 questões da prova Diversas 2016, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
De acordo com Rangel e colaboradores (2005), o lazer deve ser uma das possibilidades da educação física na escola, e sugerem que uma das ações a serem viabilizadas na escola seja:
Para alguns autores, a transdisciplinaridade remete à maior possibilidade de integração entre diferentes disciplinas científicas, na tentativa de explicar um fenômeno sem fragmentações. Na escola, é possível articular as várias disciplinas ao redor de um objeto a ser estudado, além de considerar a racionalidade do aluno, bem como sua forma de pensar e entender o mundo. Nesse sentido, o tema “obesidade infantil” deve:
A figura a seguir mostra a taxa anual de crescimento de dois meninos. A partir da interpretação da figura é possível afirmar que:
Frequentemente, é possível nos depararmos, na mídia em geral, com corpos considerados “perfeitos” ou “belos”, que, muitas vezes, vêm acompanhados de “receitas” para que possamos encontrar esse corpo cobiçado. Por outro lado, sabe- se que a mídia, presente no cotidiano dos alunos, alimenta imaginários e ajuda a construir um determinado entendimento de mundo. Considerando, então, que entre os objetivos da educação física na escola, encontra-se a autonomia, um papel que o professor deve desempenhar frente a esse tema da corporeidade é o de:
Diferentes aspectos biológicos irão influenciar o crescimento, desenvolvimento e maturação das crianças e proporcionar- lhes diversas alterações corporais. O papel da prática de exercícios físicos sobre essas alterações, embora possa ter algum grau de incerteza em alguns aspectos, em outros já apresenta maiores evidências. Dessa forma, é possível afirmar que:
A prática regular de exercícios físicos tem sido associada à menor prevalência de inúmeras doenças, e considerada como um comportamento importante e desejável, desde os anos escolares. Por outro lado, um desdobramento que daí decorre diz respeito ao processo de “culpabilização”, que ocorre, frequentemente, quando o sujeito não possui tal hábito e, por ventura, sofra de doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose, etc. Com o propósito de debater tal questão, Palma (2001) aponta que a adoção desse comportamento pode estar relacionada a outras questões que estão além da “força de
vontade”. Desse modo, segundo o autor, é possível afirmar que:
Entre algumas das abordagens da educação física escolar pode ser encontrada a “Abordagem Crítico-Superadora”. É característica dessa abordagem:
Hegemonicamente, na literatura científica, encontra-se o entendimento de que a mudança de alguns hábitos poderia melhorar a saúde da sociedade. Dessa forma, caberia ao sujeito alterar seus comportamentos, como por exemplo, realizar mais exercícios físicos e se alimentar adequadamente, para melhorar sua própria saúde. O que está implícito nesse discurso é a ideia de que:
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), é estimulado que o professor de educação física trabalhe alguns conhecimentos básicos de fisiologia. Estes conhecimentos básicos para que o aluno compreenda as alterações que ocorrem no momento da prática de atividades físicas são:
As habilidades podem ser classificadas pela importância relativa dos elementos motores e cognitivos, os quais podem contribuir para a obtenção, com êxito, da meta proposta. Nesse sentido, a prática adequada do sistema de marcação em um jogo de basquetebol e a realização correta de um arremesso do lance livre são consideradas, respectivamente:
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (1998), os conhecimentos de anatomia se referem, principalmente, à estrutura muscular e óssea e devem ser abordados sob o enfoque:
Quando o professor propõe um jogo nas aulas de educação física, em que ressalta a importância de se respeitar as regras e os colegas que estão participando, está valorizando a dimensão do conteúdo:
Entre as diferentes abordagens que caracterizam o pensamento pedagógico da educação física escolar se encontra a abordagem da saúde renovada. Sobre esta, é possível afirmar que:
Na perspectiva dos jogos cooperativos e do processo de inclusão, é possível considerar que os professores devam:
Silva & Bracht (2012) explicam que, grosso modo, seria possível identificar três tipos de prática pedagógica que se apresentam nas aulas de educação física, sendo duas bastante comuns. A primeira, de caráter tradicional, diz respeito àquelas que se organizam a partir da ideia de que as aulas de educação física devem propiciar o ensino de esportes, notadamente, voleibol, basquetebol, handebol e futebol, estruturados em unidades bimestrais. Um segundo tipo se caracteriza como uma postura de recreação, em que, com frequência, não se apresenta alguma pretensão pedagógica que seja diferente de ocupar os alunos com alguma atividade. Por fim, um terceiro tipo, não habitual nas aulas de educação física, se refere aquele que procura alterar ou inovar, de algum modo, a tradição estabelecida e que os autores denominam de “prática inovadora”. Desse modo, uma das características da prática inovadora é:
Sobre a ideia que fundamenta os jogos cooperativos, é possível considerar que:
Em uma escola há dois professores de educação física com características bem distintas. O professor João utiliza, em suas aulas, esportes mais conhecidos, como: futebol, basquetebol, handebol, voleibol e atletismo. Nesses jogos esportivos, ele tem a preocupação de realizá-los separando os meninos das meninas. Seu argumento é: uma vez que os meninos têm mais força, em um jogo no qual os dois grupos estejam misturados, as meninas poderão se machucar. Ele tem uma grande preocupação com as habilidades motoras dos alunos e valoriza a competição esportiva. Suas aulas apresentam, sempre, muita organização e disciplina. A professora Maria, por sua vez, busca trabalhar, além daqueles esportes, outras atividades. Por exemplo, resgata brincadeiras que as próprias crianças sugerem; apresenta esportes pouco conhecidos, como badminton e netball; trabalha com danças, capoeira e lutas, entre outras atividades. Suas aulas também chamam a atenção por serem realizadas com meninos e meninas, em conjunto. Nesse sentido, é possível afirmar que:
De acordo com Marcellino (2006), “integrando a cultura em seu sentido amplo – e em constante relação com a sociedade –, o lazer como uma necessidade humana sempre existiu, adquirindo contornos distintos ao longo da história. Hoje em dia, adquire características de mercadoria vendida no mercado do entretenimento, mas pode ser visto também como elemento de denúncia da realidade opressora, além de anúncio de novas possibilidades de vida”. Nesse sentido, é possível afirmar que:
No livro Educação Física na Escola: Implicações para a Prática Pedagógica, coordenado por Darido & Rangel, Silva & Venâncio expõem que uma das grandes inovações decorrentes da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional foi a liberdade e autonomia concebidas às escolas, especialmente, através do projeto pedagógico. Para os autores, é possível
considerar que:
Jocimar Daolio, em seu livro Educação Física e o Conceito de Cultura, procurou discutir o conceito de cultura no campo da educação física. Uma crítica que o autor faz ao tratar da abordagem desenvolvimentista de educação física é a seguinte:
De acordo com Malina & Bouchard (2002), o conceito de maturação sugere um progresso em direção a um estado de amadurecimento. Cada pessoa apresenta um “relógio biológico” inato dentro de si que parece regular seu desenvolvimento em direção ao estado de amadurecimento. A ideia de maturação depende, particularmente, dos sistemas que serão analisados, mas a questão relevante é que as pessoas terão variações quanto ao nível de maturação que atingem em um determinado período da vida e na taxa de maturação ao longo do tempo. Dentro dessa perspectiva, é possível afirmar que:
Durante o processo de aprendizagem, uma criança de 11 anos de idade foi encorajada a lançar uma bola contra um alvo. A cada tentativa, a criança tem uma dada informação sensorial que lhe permite ajustar o movimento. Além disso, uma fonte externa, como o professor de educação física, pode fornecer mais conhecimentos acerca do movimento a ser aprendido. Tais aspectos, respectivamente, são característicos:
A diferença entre jogo e esporte, contida nas Orientações Curriculares, propostas pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, é que:
Considerando uma pedagogia para a educação física que se proponha a tornar os alunos críticos e autônomos, em relação à cultura corporal de movimento, os professores devem sugerir um plano político-pedagógico que, entre outros aspectos:
Nas Orientações Curriculares propostas pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, são considerados conteúdos que devem ser abordados e desenvolvidos pela educação física:
A participação de crianças, com diferentes idades, resulta em ações distintas com relação às regras do jogo. Segundo alguns estudiosos, o cumprimento das regras do jogo está associado à maturidade intelectual da criança. Nesse sentido, é possível que uma criança pequena, ao assistir um jogo de futebol, não se preocupe quando ocorre um lance violento em que um jogador tentou dar um pontapé em outro, embora não tenha acertado. Isso pode ocorrer porque:
Embora a saúde possa ter certa explicação através das alterações de determinados mecanismos biológicos, alguns estudiosos têm advogado a necessidade de ampliar sua compreensão propondo que o conhecimento não se limite ao viés biológico, mas, também, incorpore os saberes das ciências sociais e humanas. Agindo dessa forma, um professor de educação física, ao tratar do tema obesidade com seus alunos, deveria:
No livro Educação Física na Escola: Questões e Reflexões, Suraya Darido descreve algumas abordagens pedagógicas da educação física escolar. A partir das observações da autora é possível considerar que:
No artigo intitulado “A representação da Educação Física na 18ª temporada da telenovela Malhação", Cândido e colaboradores analisaram o modo como a Educação Física apareceu na mídia, notadamente na telenovela Malhação. Em um dos capítulos, o personagem que caracteriza o professor de educação física se depara com uma situação pouco comum e diz: “Se o garoto realmente tem AIDS, o que eu faço? Tiro do time?". Dessa forma, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, seria importante que o professor de educação física, na escola, contextualizasse o tema, considerando: