Dentre as diferenças básicas entre a língua brasileira de sinais e a língua portuguesa, podem-se elencar as seguintes, EXCETO:
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Dentre as diferenças básicas entre a língua brasileira de sinais e a língua portuguesa, podem-se elencar as seguintes, EXCETO:
O sinal da palavra, quando traduzida para Libras, que é executado com a mesma configuração de mãos com que se executa o sinal correspondente à palavra “oficina (workshop)” é:
“Mão direita em U, palma para frente, dorso da mão tocando a testa. Oscilar os dedos indicador e médio”. A categoria do sinal cuja execução foi descrita é:
O sinal da palavra, quando traduzida para Libras, que é executado com a mesma configuração de mãos com que se executa o sinal correspondente à palavra “infeliz” é:
As ideias de Anísio Teixeira influenciaram todos os setores da educação no Brasil e no sistema educacional da América Latina. Entre as suas contribuições, pode-se citar a criação do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, em Salvador (que ainda existe até os dias atuais). O Centro foi a primeira experiência brasileira de promoção de educação:
Em suas atividades, o intérprete está constantemente exposto a tipos diferentes de discurso. Tais discursos podem ser associados a alguns tipos de expressão ou palavras diferentes que o caracterizam. A relação “tipo de discurso” e “expressão associada a ele” NÃO está corretamente apresentada no tipo:
O neuropsicólogo Alexander Luria, especializado em psicologia do desenvolvimento e colaborador de Vygotsky, chama a atenção para o papel de mediador da linguagem no processo de aprendizagem escolar. O autor lembra que uma das maiores fontes de equívocos dessa ordem é a diferença de sentido atribuída às palavras e aos conceitos por professores e alunos. E enfatiza a necessidade de se estabelecer uma estreita relação entre:
“O conceito de „Educação em Rede? envolve um desenho curricular flexível, sintetizado na expressão vigotskiana ensinar/aprender e na postura freiriana de sermos eternos aprendizes. A primeira, porque se refere ao processo no qual nos incluímos como aprendizes num contexto global de relações dialógicas.” (Margarita Gomez). A segunda, porque:
Segundo Gandin, o planejamento participativo, como instrumento e metodologia, isto é, como processo técnico, abre espaços para a dimensão política. As questões da qualidade, da missão e, obviamente, da participação são especialmente valorizadas. Mais do que isso, assumem um caráter de proposta de futuro para a instituição que se planeja, onde deve estar contido um ideal do campo de ação da instituição. Ainda segundo o autor, o planejamento participativo parte do pressuposto e do entendimento sobre o nosso mundo, em que é fundamental a ideia de que a nossa realidade é:
Para Vygotsky, as crianças pequenas dão nome a seus desenhos somente após completá-los; elas têm necessidade de vê-los, antes de decidir o que eles são. À medida que as crianças se tornam mais velhas, elas adquirem a capacidade de
decidir previamente o que vão desenhar. Esse deslocamento temporal do processo de nomeação significa uma mudança na função da fala. Inicialmente, a fala segue a ação, sendo provocada e dominada pela atividade. Posteriormente, entretanto, quando a fala se desloca para o início da atividade, surge uma nova relação entre palavra e ação. Nesse instante a fala dirige, determina e domina o curso da ação; surge, então:
Segundo José Morán, a educação por meio da internet caracteriza-se por ser aberta, por definir um novo paradigma que busca educar para saber compreender, sentir, comunicar-se e agir melhor, integrando a comunicação pessoal, a comunitária e a tecnológica. Implica, ainda, em:
Entre os desdobramentos do pensamento de Vygotsky estão os estudos empreendidos por Luria e Leontiev. Os temas fundamentais tratados por eles estão: I O funcionamento cerebral como suporte biológico do funcionamento psicológico. II A avaliação por métodos psicofísicos e eletrofisiológicos aplicados à avaliação funcional da visão. III A influência da cultura no desenvolvimento cognitivo dos indivíduos. IV A atividade do homem no mundo, inserida num sistema de relações sociais, como o principal foco de interesses dos estudos em psicologia. Dos itens mencionados, estão corretos somente:
“Não se pode dizer que se avaliou apenas por ter observado algo do aluno. Ou denominar por avaliação apenas a correção de tarefas ou testes, e o registro de notas. Nesse caso, não houve a mediação, ou seja, a intervenção pedagógica, decorrente da interpretação das tarefas, uma ação pedagógica desafiadora e favorecedora à superação intelectual dos alunos." (Jussara Hoffmann) Para a autora, todo processo avaliativo tem que ter por intenção:
“À revelia de toda conversa pedagógica, as coisas mudam sob a batuta do mercado. Infelizmente, estamos inseridos em sociedades que se movem pelo mercado. É forçoso reconhecer que a educação voltou a ser considerada importante, não por causa da construção e fortalecimento da cidadania” (Pedro Demo), mas porque:
Em 1936, Maria Montessori, em seu livro “Em Família”, afirmava que só existe uma maneira de ensinar, que é:
Segundo Gadotti, os educadores falham no momento em que confundem educação com obediência. São obedientes e tentam formar gente obediente e submissa. Educar não é consumir ideias, nem obedecer. Para o autor, educar é:
O Art. 61 da LDBEN 9394/1996, que trata Dos Profissionais da Educação, determina que a formação de profissionais de educação, de modo a atender aos objetivos dos diferentes níveis e modalidades de ensino e as caraterísticas de cada fase do desenvolvimento do educando, terá como fundamentos, o aproveitamento da formação e experiências anteriores em instituições de ensino e outras atividades, e ainda a:
Leia o texto.
Numa aproximação maior com a produção do aluno, foi percebido que o mesmo tem defasagem na alfabetização, isto é, escreve em nível silábico-alfabético e desconhece os processos de multiplicação e divisão. Para Jussara Hoffmann:
Tanto Piaget quanto Vygotsky sugerem, de maneira firme em seus estudos, a intervenção pedagógica desafiadora, seguindo o princípio de que o único bom ensino é o que acompanha o desenvolvimento dos alunos, salientando a importância da confiança mútua e da reciprocidade do pensamento educador/educando. Dessa forma, os dois estudiosos fundamentam o papel insubstituível do educador na construção do conhecimento:
“Todo sistema de ensino institucionalizado visa, em alguma medida, realizar de modo organizado e sistemático a inculcação dos valores dominantes e reproduzir as condições de dominação social que estão por trás de sua ação pedagógica.” (Alberto Tosi) Essa afirmação é baseada nas ideias de Bourdieu e Passeron, da década de 70, na França. A atualidade da formulação pode ser confirmada quando a desigualdade já está definida pelo(pela):
“O ato de avaliar, por sua constituição mesma, não se destina a um julgamento definitivo sobre alguma coisa, pessoa ou situação.” (Luckesi) Segundo o autor, a avaliação escolar se destina:
A Portaria FME 087/2011, em seu Art. 5º, § 5º afirma que poderão ser formados Grupos de Referência, constituídos apenas por alunos surdos, cursando o 1º e o 2º Ciclos do Ensino Fundamental, agrupados segundo os critérios estabelecidos para estes ciclos, observada a modulação. E, no § 6º, comunica que os alunos surdos ou deficientes auditivos de 3º e 4º Ciclos serão incluídos em Grupos de Referência compostos por alunos ouvintes e contarão com a presença de um Intérprete (LIBRAS/PORTUGUÊS), e será observada a modulação, por Grupo de Referência, com número de alunos surdos ou deficientes auditivos até:
O sociólogo Pedro Demo critica severamente os cursos de formação de Pedagogia. Dentre outras observações, diz que a Pedagogia fala de inovação e de necessidade de transformação, mas não sabe aplicá-la a si mesma. Para o autor, a pior consequência dessa situação é que, enquanto a Pedagogia fala de transformação mas nunca a faz, o mercado não fala, faz; tornando a educação:
Os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar: a a alfabetização e o letramento. b o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, da Literatura, da Música e demais Artes, da Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, de Ciências, de História e de Geografia. c a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro. (Parecer CNE/CEB 11/2010) Para tanto, é necessário considerar os três anos iniciais do Ensino Fundamental voltados para ampliar as oportunidades de sistematização e aprofundamento das aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento dos estudos, a todos os alunos. E, ainda, devem ser considerados como:
“A maior parte da aprendizagem ocorre casualmente e, mesmo, a maior parte da aprendizagem intencional não é resultado de uma instrução programada. As crianças normais aprendem a sua primeira língua casualmente, ainda que mais rapidamente quando seus pais se interessam. A maioria das pessoas que aprende bem outra língua, conseguem-no por causa de circuntâncias especiais e não de aprendizagem sequencial. Vão passar algum tempo com seus avós, viajam ou se enamoram de um estrangeiro. A influência na leitura é também, quase sempre, resultado de atividades extracurriculares. A maioria das pessoas que lê muito e com prazer, crê que aprendeu isso na escola; conscientizadas, facilmente abandonam essa ilusão. (...)” Essa crítica radical à instituição escolar é feita por:
Leia o seguinte fragmento do Art. 14 da Portaria FME NËš 085/2011,
Estes itens fazem parte dos:
Anton Makarenko (1888-1939) é considerado um dos maiores pedagogos soviéticos e um dos expoentes da história da educação socialista. Criou, talvez, a mais elaborada e completa proposta educacional, comprometida com a construção da sociedade socialista. Ainda hoje, os princípios pedagógicos de Makarenko são debatidos. Para o autor, não poderia haver educação senão:
Paulo Freire nos ensina que não se pode ser professor sem que se exponha diante dos alunos, sem revelar com facilidade ou relutância a sua maneira de ser e de pensar politicamente. Não se pode escapar à apreciação dos alunos. E a maneira como eles percebem os professores tem importância fundamental para o desempenho dos mesmos. Portanto, uma das maiores preocupações dos professores deve ser:
“O educador, numa postura atual, compreende que não é ele que deposita o conhecimento na cabeça dos alunos. Por outro lado, sabe também que não é deixando o educando sozinho que o conhecimento brotará de forma espontânea.” (Celso Vasconcellos) Quem constrói o conhecimento é o sujeito, mas:
Um aluno poderá ter dificuldades para aprender a ler se ele não perceber o significado da leitura em sua vida. Pode não demonstrar interesse e até mesmo criar certa hostilidade pelo ato de ler, se não se sente à vontade com o professor, com a escola ou com o seu próprio grupo social, ou ainda se acredita que essa é uma aprendizagem muito difícil. Nesses casos, o professor deve oferecer atividades que: