A primeira frase do texto nega
26 questões da prova Diversas 2018, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
A primeira frase do texto nega
Entre os segmentos a seguir, assinale aquele que apresenta intertextualidade com o discurso religioso.
Leia o segmento a seguir. “Não se trata de uma referência às fontes murmurantes cantadas por Ary Barroso em sua 'Aquarela do Brasil'. As fontes em questão são outras, estão atualmente em debate nos meios jornalísticos e legais: o direito de proteger o sigilo das 'fontes'. Contrariando a maioria, diria até a unanimidade dos colegas de ofício, sou contra este tipo de sigilo e, sobretudo, contra as fontes em causa." No segmento, o termo que funciona como complemento de um termo anterior é:
O título dado à crônica – Fontes Murmurantes – justifica-se pelo fato de
TEXTO 2 Na coluna desta semana, o professor Carlos Eduardo Lins da Silva comenta o caso de processos sendo movidos por policiais do Espírito Santo contra o jornal A Gazeta. No carnaval, o jornal publicou uma charge em que um policial está fantasiado de bandido e um bandido de policial. Os policiais justificam que a charge é ofensiva à categoria, mas o colunista alerta que atitudes como esta ferem a liberdade de
expressão e configuram censura prévia. O professor também comenta a relação conturbada entre jornalistas e o Poder Judiciário no Brasil. “No carnaval, o jornal publicou uma charge em que um policial está fantasiado de bandido e um bandido de policial. Os policiais justificam que a charge é ofensiva à categoria. Mas o colunista alerta que atitudes como esta ferem a liberdade de expressão e configuram censura prévia”. Sobre os componentes desse segmento do texto, assinale a afirmativa correta.
As opções a seguir apresentam os argumentos apresentados pelo autor contra as fontes sigilosas, à exceção de uma. Assinale-a.
Texto 1 - Fontes murmurantes Não se trata de uma referência às fontes murmurantes cantadas por Ary Barroso em sua "Aquarela do Brasil". As fontes em questão são outras, estão atualmente em debate nos meios jornalísticos e legais: o direito de proteger o sigilo das "fontes". Contrariando a maioria, diria até a unanimidade dos colegas de ofício, sou contra este tipo de sigilo e, sobretudo, contra as fontes em causa. Tenho alguns anos de estrada, mais do que pretendia e merecia, e em minha vida profissional nunca levei em consideração qualquer tipo de informação que não fosse assumida pelo informante. Evidente que fui mais furado do que um ralador de coco. Mas não fiz minha carreira no jornalismo na base de furos, que nunca os dei e nunca os levei a sério, uma vez que a maioria dos furos são, por natureza, furados. O sigilo das fontes beneficia as fontes, e não o jornalista, que geralmente é manipulado na medida em que aceita e divulga as informações obtidas com a garantia do próprio sigilo. São fontes realmente murmurantes, que transmitem os murmúrios, as
especulações e as jogadas inconfessáveis dos interessados, que são os próprios informantes. Digo "inconfessáveis" por um motivo óbvio: se fossem confessáveis, as fontes não pediriam sigilo, confessariam o que sabem ou supõem, assumindo a responsabilidade pela informação. Os defensores do sigilo das fontes se justificam com o dever de informar a sociedade, como se esse dever fosse a tábua da lei, o mandamento supremo acima de qualquer outro mandamento ou lei. No fundo, aquela velha máxima de que o fim justifica os meios, pedra angular em que se baseou a Inquisição medieval e todos os movimentos totalitários que desgraçaram a humanidade. CONY, Carlos Heitor. Folha de São Paulo. 06/12/2005.
TEXTO 2 Na coluna desta semana, o professor Carlos Eduardo Lins da Silva comenta o caso de processos sendo movidos por policiais do Espírito Santo contra o jornal A Gazeta. No carnaval, o jornal publicou uma charge em que um policial está fantasiado de bandido e um bandido de policial. Os policiais justificam que a charge é ofensiva à categoria, mas o colunista alerta que atitudes como esta ferem a liberdade de expressão e configuram censura prévia. O professor também comenta a relação conturbada entre jornalistas e o Poder Judiciário no Brasil. A relação de semelhança entre o texto 1 e o texto 2 está em ambos
Evidente que fui mais furado do que um ralador de coco. Nesse segmento do texto, o autor nos informa que
Leia o trecho a seguir. • “O Brasil perdeu cobertura florestal e vegetação nativa durante todos os períodos analisados; • A área ocupada pela atividade agropecuária cresceu em todos os períodos; • Houve regeneração em larga escala no Brasil, mas ela ainda representa menos de um terço das áreas desmatadas;" Assinale a opção em que o significado do termo sublinhado está apresentado de forma correta.
Para a defesa de sua tese, o autor do texto apela para
Considerando o texto lido, podemos afirmar que sua finalidade principal é
“...precisava saber quantos metros quadrados de praças e áreas verdes havia em cada bairro." A forma verbal havia pode ser adequadamente substituída por
Assinale a opção que apresenta o valor semântico do conector destacado de forma adequada.
“O incauto, ao ler tal informação, poderia concluir que a área das matas brasileiras teria aumentado nas últimas décadas [...]". A frase sublinhada poderia ser corretamente substituída por
Assinale a opção que apresenta o segmento do texto em que a conjunção e mostra valor adversativo (e não aditivo).
As opções a seguir mostram informações do texto que indicam imprecisão, à exceção de uma. Assinale-a.
Assinale a opção em que as duas preposições destacadas não possuem o mesmo valor semântico.
“Ainda que todos possam ser melhorados e, embora tenham diferenças de abordagem metodológica, legenda e resolução, os dados gerados pelos três projetos indicam de forma inequívoca: [...]” Sobre os componentes desse segmento do texto, assinale a afirmativa correta.
“Durante três meses, os pesquisadores buscaram o dado junto a órgãos públicos. Protocolo para cá, ofício para lá, o máximo que conseguiram foi uma estimativa de que existiam ‘umas cem praças’.” O segmento “o máximo que conseguiram” mostra
“Estas só não podem ir de encontro aos fatos.” Sobre os componentes desse segmento do texto, assinale a afirmativa correta.
Analise a charge a seguir. A charge tem em comum com o texto 1:
“Evidente que fui mais furado do que um ralador de coco. Mas não fiz minha carreira no jornalismo na base de furos, que nunca os dei e nunca os levei a sério, uma vez que a maioria dos furos são, por natureza, furados." O segmento do texto destacado acima mostra uma série de conectores argumentativos. Assinale a opção que indica o conector cujo valor semântico é inadequado ao contexto.
Diante do debate sobre o sigilo das fontes jornalísticas, assinale a opção que indica a posição do autor do texto.
“As fontes em questão são outras, estão atualmente em debate nos meios jornalísticos e legais: o direito de proteger o sigilo das 'fontes'." O mesmo sentido da palavra sublinhada aparece em:
O texto 1 é visto como uma crônica jornalística. Levando em consideração o texto lido, assinale a característica mais adequada a esse tipo de escrita.
“A expansão da produção agropecuária teria se dado, então, exclusivamente pelos extraordinários ganhos de produtividade.” Esse fragmento do texto indica