No tocante ao direito à convivência familiar e comunitária, o Estatuto da Criança e do Adolescente estabeleceu no artigo 19
que toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, em família
substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária. Diante disso, julgue os itens abaixo em (V) verdadeiros ou (F)
falsos.
I. ( ) Winnicott destaca que um ambiente familiar afetivo e continente às necessidades da criança, constitui a base para o
desenvolvimento saudável ao longo de todo o ciclo vital.
II. ( ) Quando a separação da criança de sua família é inevitável, cuidados alternativos de qualidade e condizentes com
suas necessidades devem ser administrados, até que o objetivo de integração à família (de origem ou substituta) seja
alcançado, garantindo-se a provisoriedade da medida de abrigo (ECA, Art. 101, Parágrafo Único).
III. ( ) Alguns autores (Bowlby, 1988; Dolto, 1991; Nogueira, 2004; Pereira, 2003; Spitz, 2000; Winnicott, 1999) são
unânimes em afirmar que a separação da criança e do adolescente do convívio com sua família, seguida de
institucionalização, pode repercutir positivamente sobre seu desenvolvimento, sobretudo quando não for acompanhada de
cuidados adequados, administrados por um adulto com o qual possam estabelecer uma relação afetiva estável, até que a
integração ao convívio familiar seja viabilizada novamente
IV. ( ) Nos primeiros cinco anos e, sobretudo no primeiro ano de vida da criança, apesar dos sofrimentos vividos, se houver
um substituto para o cuidado que lhe proporcione a satisfação de suas necessidades biológicas e emocionais, a criança
pode retomar o curso de seu desenvolvimento (Bowlby, 1988; Dolto, 1991; Spitz, 2000).
Com base no Plano Nacional de Proteção, Promoção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência
Familiar e Comunitária, assinale a sequência correta obtida.