A devastação ambiental não é coisa recente no país, estando presente desde o início da colonização.
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A devastação ambiental não é coisa recente no país, estando presente desde o início da colonização.
O Brasil é um país dotado de rica biodiversidade, que tem na Mata Atlântica um de seus exemplos mais marcantes.
Praticamente intacto, possivelmente por suas características naturais, que inviabilizam a agricultura de grande porte, o cerrado brasileiro ainda aguarda a introdução de formas sistemáticas de exploração econômica.
O semi-árido é o clima que prevalece na Zona da Mata nordestina.
Em 1962, tendo alcançado a arrecadação estabelecida pela Constituição Federal, o Acre deixou de ser território federal, tornando-se estado.
Vista por muitos como patrimônio natural da humanidade, a floresta Amazônica é partilhada por diversos países sul- americanos, mas a maior parte dela pertence ao Brasil
Um acreano, Chico Mendes, ganhou projeção internacional por sua luta preservacionista e pela valorização dos povos da floresta.
O calor úmido, característico da Amazônia, indica a predominância do clima tropical na região, inclusive no Acre.
Sob o ponto de vista econômico, o Acre apresenta dois pólos principais: o do vale do Juruá, ao sul, centralizado em Xapuri, e o vale do Acre, no noroeste, que gravita em torno da capital Rio Branco.
A região conhecida como Polígono da Seca, integralmente situada no Nordeste brasileiro, não possui rios de grande dimensão e seu clima predominante é o tropical de altitude.
Com presença significativa no mundo contemporâneo, inclusive no Brasil, as ONGs restringem seu trabalho à proteção do meio ambiente, concentrando nesse setor sua ação técnica e política.
O território brasileiro foi sendo ampliado desde o período colonial, ultrapassando-se os limites de Tordesilhas e, já na República, incorporando-se o Acre.
Situado no extremo oeste da Região Norte, o Acre é tradicional produtor de látex extraído dos seringais, atividade que atraiu para a área muitos migrantes, especialmente nordestinos.
A Amazônia brasileira é mundialmente conhecida, seja pela dimensão, seja pela extraordinária quantidade de água e de espécies que abriga, ou, ainda, por sua importância nos processos climáticos globais.
A ausência de autonomia político-administrativa dos estados e dos municípios caracteriza o Brasil como Estado unitário, governado diretamente pelo Distrito Federal (Brasília).
Mesmo sendo indireta, a eleição de Tancredo Neves para a presidência da República encerrou o ciclo do autoritarismo militar no Brasil contemporâneo.
O texto deixa claro que não se pode falar em autoritarismo como característica do regime militar iniciado em 1964.
A Revolução de 1930 pôs fim à Primeira República e fez o país avançar no sentido da modernização, particularmente na economia, que começa a desenvolver uma indústria de base.
Extração vegetal, cana-de-açúcar e mineração foram importantes atividades econômicas do período colonial brasileiro, também marcado pelo domínio das grandes propriedades e pela larga utilização da mão-de-obra escrava.
A participação popular, como na luta pela anistia e pelas eleições presidenciais diretas (Diretas Já!), esteve presente nos últimos anos do regime militar.
O golpe de 1964 foi obra exclusiva dos militares, que se revezaram no poder por cerca de duas décadas.
A distância no tempo entre a chegada dos imigrantes e o fim da escravidão impediu que o Brasil acompanhasse a evolução econômica e social vivida pelo mundo na passagem do século XIX ao XX.
O desenvolvimentismo foi a marca registrada do governo Juscelino Kubitschek, com muitas obras de infra-estrutura e a construção da nova capital brasileira, situada no interior do país.
No Brasil, a abolição da escravatura e a proclamação do regime republicano pertencem ao mesmo contexto histórico, em fins do século XIX.
Após a ditadura do Estado Novo, o Brasil viveu uma experiência democrática entre 1946 e 1964, sem crises políticas de maior intensidade.
Primeiro país industrializado e capitalista, a Inglaterra tinha interesse no fim da escravidão.
A abertura dos portos brasileiros, determinada por D. João VI, manteve inalterado o sistema colonial montado por Portugal no Brasil.
Embora governando por pouco tempo, Vargas tornou-se figura central na política republicana brasileira.
A organização político-administrativa do Império brasileiro caracterizou-se pela simplicidade, com pequena burocracia e reduzida participação das elites nacionais.
A transferência do Estado português para o Brasil, em princípios do século XIX, deveu-se às circunstâncias da política européia naquele período.