Os seguintes fatos, referidos no texto, travam entre si uma relação de causa e efeito:
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Os seguintes fatos, referidos no texto, travam entre si uma relação de causa e efeito:
Atente para as seguintes afirmações:I. No primeiro parágrafo, a expressão divisão muito presente refere-se, pontualmente, ao embate que a poesia e a política costumam travar entre si. II. Na estrofe citada de Ferreira Gullar, a ideia de traduzir uma parte / na outra parte é levantada para exprimir a impossibilidade de superação do impasse de que está tratando.III. No terceiro parágrafo, considera-se que a hipótese provocadora é levantada de modo a sugerir uma pergunta retórica, ou seja, uma questão cuja resposta já está implícita .Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:
Atente para as seguintes frases:I. O advogado solicitou ao juiz adiamento da sessão.II. Os motivos do advogado eram justos.III. O juiz denegou o pedido do advogado.As frases acima articulam-se com clareza, correção e coerência na seguinte redação:
Por apresentar falha estrutural e construção, a seguinte frase deve ser reelaborada:
(...) se o abuso é inevitável, segue-se que não se deve ao menos regulamentá-lo? A frase acima ganha redação nova, correta e de sentido equivalente em:
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Em uma feira, todas as barracas que vendem batata vendem tomate, mas nenhuma barraca que vende tomate vende espinafre. Todas as barracas que vendem cenoura vendem quiabo, e algumas que vendem quiabo, vendem espinafre. Como nenhuma barraca que vende quiabo vende tomate, e como nenhuma barraca que vende cenoura vende espinafre,então.
Consoante a Lei Complementar estadual n o 34/09, NÃO compete à Procuradoria Geral do Estado da Bahia:
No que se refere à invalidação, à revogação, e à convali- dação de atos administrativos e conforme estabelece a Lei estadual n o 12.209/2011,
Alice irá ao País das Maravilhas quando imaginar ou perder o medo.Se Alice perder o medo.
Ao se admitir por verdadeira a declaração Se Paulo é alto,então Gabriela não é alta, conclui-se, de maneira correta e necessária, que se:
Se Marcus é violonista, então Flávia é flautista. Se Flávia é flautista, então Carlos toca ao piano uma valsa. Se Carlos toca ao piano uma valsa, então Arlete é sanfoneira.Sabendo-se que Arlete não é sanfoneira, é correto concluir que:
Considere como verdadeiras as seguintes afirmações: Algum pândego é trôpego. Todo pândego é nefelibata. Deste modo, a assertiva necessariamente verdadeira é:
Se João amava Teresa, então Lili é vizinha de Teresa. Lili não é vizinha de Teresa.Se João não é vizinho de Teresa, então João amava Teresa. Logo:
Há uma forma de raciocínio dedutivo chamado silogismo.Nesta espécie de raciocínio, será formalmente válido o argumento cuja conclusão é consequência que necessaria-mente deriva das premissas. Neste sentido, corresponde a um silogismo válido:
Três irmãs caminham pelo parque de mãos dadas. Cada irmã traz uma fita amarrada ao cabelo, nas seguintes cores: verde, rosa e amarela. Elas usam vestidos destas mesmas três cores, mas somente Lúcia usa um vestido da mesma cor da fita presa no cabelo. Nem a fita nem o vestido de Sílvia são amarelos. Márcia usa um vestido verde. Deste modo,
A oposição é a espécie de inferência imediata pela qual é possível concluir uma proposição por meio de outra proposição dada, com a observância do princípio de não contradição. Neste sentido, que poderá inferir-se da verdade,falsidade ou indeterminação das proposições referidas na sequência abaixo se supusermos que a primeira é verdadeira? E se supusermos que a primeira é falsa? 1a - Todos os comediantes que fazem sucesso são engraçados. 2a - Nenhum comediante que faz sucesso é engraçado. 3a - Alguns comediantes que fazem sucesso são engraçados.4a - Alguns comediantes que fazem sucesso não são engraçados.
Se é verdade que algum X é Y e que nenhum Z é Y, então é necessariamente verdadeiro que: