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Questões de Língua Portuguesa

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Questão 1PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de

escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) A afirmação de que, atualmente, a escravidão é multiétnica equivale a dizer que ela

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Questão 2PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

É correto afirmar que o texto trata de um episódio histórico

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Questão 3PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Assinale a alternativa que expressa com regência correta, nos colchetes, ideia em oposição à do texto original.

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Questão 4PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

A alternativa que reescreve o trecho “O juiz então ordenou que ele fosse fuzilado.”, de acordo com a norma- -padrão de emprego e colocação de pronome, é:

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Questão 5PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) É correto afirmar que o segundo parágrafo do texto

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Questão 6PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos,

fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Para responder à questão. considere a seguinte passagem que inicia o quarto parágrafo: "Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo)." A expressão “ou seja", em destaque na passagem, introduz, em relação ao trecho que a antecede,

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Questão 7PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia a tira, para responder à questão. Assinale a alternativa que dá outra redação a uma das falas da tira, mantendo-a de acordo com a norma-padrão.

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Questão 8PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Observe a relação temporal entre as situações expressas pelos verbos destacados nos seguintes trechos: (I) No dia 13 de janeiro de 1825, um condenado caminhava com passos firmes na direção da forca, no centro do Recife. (II) Ele tinha participado da revolta da Confederação do Equador. (III) Vestia o hábito da Irmandade da Madre de Deus. É correto concluir que

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Questão 9PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Assinale a alternativa que substitui a conjunção destacada na passagem “Aí foram buscar dois escravos. E esses, mesmo duramente açoitados, negaram-se a participar da execução.", preservando a relação de sentido do original.

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Questão 10PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

As palavras do texto que se associam por compartilharem um núcleo comum de sentido são:

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Questão 11PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a

situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas obedecendo à mesma regra que determina a acentuação, respectivamente, das palavras “vários" e “análogas".

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Questão 12PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Assinale a alternativa em que, segundo a norma-padrão, o pronome, na expressão destacada, pode ser colocado também depois do verbo.

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Questão 13PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia a tira, para responder à questão. O comentário do garoto Calvin, no último quadrinho, sugere que

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Questão 14PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI.

Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Para responder à questão. considere a seguinte passagem que inicia o quarto parágrafo: "Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo)." É correto afirmar que essa passagem

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Questão 15PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a

situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Assinale a alternativa que substitui a expressão em destaque na passagem “ ... ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica.", preservando a relação de sentido do original.

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Questão 16PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Na passagem “blasfemou, e o crucifixo de bronze soltou-se da parede e quebrou-lhe o crânio", o trecho destacado expressa, em relação à ação de blasfemar, ideia de

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Questão 17PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) É correto concluir que, em relação às ações oficiais de vigilância do trabalho escravo no Brasil, a autora demonstra ter sentimento de

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Questão 18PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

A frase em que a palavra destacada está empregada em sentido conotativo (figurado) é:

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Questão 19PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Para responder à questão considere a passagem final do texto: "E disse que dali para a frente era conosco, porque a sorte não ajuda quem não a ajuda a ajudar." É correto afirmar que o termo “a”, no trecho “não a ajuda”, é

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Questão 20PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Assinale a alternativa em que a nova ordem das palavras no enunciado e a pontuação nele adotada mantêm a correção e o sentido do enunciado original.

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Questão 21PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Assinale a alternativa que preenche as lacunas do enunciado a seguir, de acordo com a norma-padrão de concordância. _________ as proporções do acidente, __________ as vias da redondeza, ficando ________ às pessoas trafegar pelo local, pois ainda _________ focos de incêndio _________.

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Questão 22PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

A alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas é:

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Questão 23PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Na passagem “... fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra...", o pronome “se" é empregado indicando que o sujeito é paciente da ação verbal, como ocorre também em:

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Questão 24PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Para responder à questão considere a passagem final do texto: "E disse que dali para a frente era conosco, porque a sorte não ajuda quem não a ajuda a ajudar." É correto concluir, a partir da recomendação da feiticeira, que

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Questão 25PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios, vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas – em pleno século XXI. Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho, elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para não falar de constantes ameaças de morte. Quando os livros escolares informam que a escravidão foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130 anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra – e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é multiétnica. Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão – ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes (em relação a moradia e alimentação, por exemplo). Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas é um

escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele crime inclassificável – e criou uma comissão destinada a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de melhorar, a situação está ficando mais grave. (Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado) Com a expressão em destaque na passagem “...abrigar 160000 pessoas escravizadas é um escândalo humano de proporções épicas.", a autora está afirmando, mediante o emprego de palavras em sentido

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Questão 26PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão. A criação da palavra “fumaçarada" associa fumaçada e fumarada, formadas a partir de fumaça. É correto afirmar que a palavra criada produz efeito estilístico compatível com a ideia de

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Questão 27PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Assinale a alternativa que expressa adequadamente o sentido contextual das palavras “impassível” e “altivo”, em destaque no início do segundo parágrafo.

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Questão 28PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Leia o texto, para responder à questão.

Considerando-se as características do texto, é correto afirmar que se trata do tipo

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Questão 29PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

Assinale a alternativa que reescreve livremente o enunciado do primeiro quadrinho de acordo com a norma-padrão de concordância.

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Questão 30PC-SP·Diversas·2018Língua Portuguesa

De acordo com o texto, entre os endividados,

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