“Pena que tenha sido um mal-entendido”; a observação do cronista no texto 1 se justifica porque:
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“Pena que tenha sido um mal-entendido”; a observação do cronista no texto 1 se justifica porque:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou recentemente por aqui". O segundo período desse primeiro parágrafo do texto 1, em relação ao anterior, funciona como:
“Nada do curto praxismo, do imediatismo...”; o termo “curto praxismo” (texto 1), é exemplo de:
“Os temas são sempre tratados com uma noção de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que, como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem". A inserção da citação de Kafka no texto 1 funciona como elemento:
A palavra abaixo, retirada do texto 1, que apresenta um processo de formação distinto dos demais é:
“Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país". Sobre esse segmento do texto 1, é correto afirmar que:
O substantivo “mal-entendido” forma o plural da mesma forma que:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer". Sob o ponto de vista da estruturação sintática, esse período do texto 1:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou recentemente por aqui". A função textual da inclusão de Cristovam Buarque no texto 1 é a de:
Na fala do personagem-pai na charge há um erro de acentuação no vocábulo “quê”; a frase em que ocorre o mesmo erro ortográfico é:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer. É um país que tem coesão e rumo, como notou o meu colega de coluna neste jornal Cristovam Buarque, que passou recentemente por aqui". Nesse primeiro parágrafo do texto 1 há termos cujo significado é esclarecido pelo contexto anterior; o termo que é esclarecido pela situação e NÃO pelo contexto é:
“Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem sabor de 15 minutos”. Em busca de expressividade, o autor do texto 1 apela, neste caso, para um(a):
Há vários momentos do texto 1 em que se juntam termos de valor substantivo e valor adjetivo; o par abaixo em que NÃO ocorre mudança de significado em caso de troca de posição é:
“Autor sempre declarou o amor por Itaparica, suas belezas naturais e patrimônio cultural em suas criações.” Acerca do sintagma sublinhado, pode-se afirmar que:
“Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo". O autor do texto 1 separou a “noção diferente do tempo" em relação aos termos anteriores “coesão e rumo" porque:
“Os temas são sempre tratados com uma noção de estratégia e visão de longo prazo. E paciência. A paciência que, como disse Franz Kafka, é uma segunda coragem". A inserção da citação de Kafka no texto 1 funciona como elemento:
“...69% dos entrevistados no Brasil relataram o hábito de assistir à TV enquanto se alimentam". Temos aqui uma concordância que envolve elementos de porcentagem; a frase abaixo que mostra incorreção nesse tipo de concordância é:
Observe a charge a seguir.
Nessa charge a resposta da menina:
Quanto ao emprego do sinal indicativo de crase, pode-se afirmar em relação ao trecho destacado a seguir “Isto dá para ser resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor.” (1º§) que: I. É facultativo. II. É obrigatório. III. Está de acordo com a norma padrão. IV. Justifica-se de acordo com a regência verbal. V. Justifica-se de acordo com a regência nominal. VI. Justifica-se, pois se trata de uma locução feminina que o exige.
“Pena que tenha sido um mal-entendido”; a observação do cronista no texto 1 se justifica porque:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer". Sob o ponto de vista da estruturação sintática, esse período do texto 1:
“Cada vez menos a família se reúne em torno da mesa para compartilhar a refeição e se encontrar, trocar ideias, saber uns dos outros. Será falta de tempo?" A pergunta colocada ao final desse segmento do texto 1 mostra:
“Estou há pouco mais de dois anos morando na China, leitor, e devo dizer que a minha admiração pelos chineses só tem feito crescer"(texto 1). O emprego da forma verbal “tem feito" é perfeitamente adequada ao contexto, já que esse tempo verbal expressa ações:
“Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, palavras de gíria, flexões verbais, declinações e coisas assim.” (1º§). No trecho destacado anteriormente, é possível observar que a forma verbal “refiro” possui como complemento, termos:
“Para uma civilização de quatro mil anos ou mais, uma década tem sabor de 15 minutos”. Em busca de expressividade, o autor do texto 1 apela, neste caso, para um(a):
A palavra abaixo, retirada do texto 1, que apresenta um processo de formação distinto dos demais é:
Na estruturação do texto 1, o segundo parágrafo, em relação ao primeiro, estabelece uma relação de:
“Esse traço do chinês é até muito conhecido no resto do mundo". O mesmo valor semântico do termo “até" se encontra na seguinte frase:
As várias possibilidades de significados apresentados para a palavra “amanhã” no segundo parágrafo têm uma relação diretamente estabelecida com:
“Coesão e rumo. Exatamente o que falta ao nosso querido país. E mais o seguinte: uma noção completamente diferente do tempo". O autor do texto 1 separou a “noção diferente do tempo" em relação aos termos anteriores “coesão e rumo" porque: