Na linha 11, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
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Na linha 11, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
Na linha 11, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
Nas linhas de 1 a 6, nos trechos em que se afirma que "tempo livre" opõe-se a "tempo não-livre" e que "tempo livre é acorrentado ao seu oposto", a justaposição de idéias contrárias entre si fragiliza a coerência textual e impossibilita a definição do conceito de "tempo livre".
O "tempo livre" torna-se "paródia" (L.16) de si mesmo porque 'as condições de não-liberdade' (L.13) das relações de produção no mundo do trabalho estão presentes nele.
Na oração "O resultado acabou sendo, de certa forma, nefasto para o trabalhador" (L.3-4), a retirada da expressão "para o trabalhador", que complementa o vocábulo "nefasto", não alteraria as relações semânticas do texto, visto que o emprego desse vocábulo é suficiente para que se compreendam as informações relativas ao "resultado" referido no trecho.
Nas linhas de 1 a 6, nos trechos em que se afirma que "tempo livre" opõe-se a "tempo não-livre" e que "tempo livre é acorrentado ao seu oposto", a justaposição de idéias contrárias entre si fragiliza a coerência textual e impossibilita a definição do conceito de "tempo livre".
A diferença existente entre "tempo livre" e "tempo não-livre" é a mesma que distingue as pessoas que estão "convictas de que agem por vontade própria" (L.12) daquelas "pessoas não-livres" (L.19-20) que desconhecem a "sua não-liberdade em si mesma" (L.20).
Na oração "O resultado acabou sendo, de certa forma, nefasto para o trabalhador" (L.3-4), a retirada da expressão "para o trabalhador", que complementa o vocábulo "nefasto", não alteraria as relações semânticas do texto, visto que o emprego desse vocábulo é suficiente para que se compreendam as informações relativas ao "resultado" referido no trecho.
O "sistema funcional" (L.23) que liga as necessidades pessoais à liberdade coercitiva refere-se à funcionalização, à institucionalização e à reprodução do desejo das pessoas pela indústria e pelo comércio.
Considerando-se que uma das funções semânticas do verbo ser é explicitar uma relação de igualdade entre termos, a oração "O excesso de trabalho é um fenômeno global" (L.6-7) poderia, preservando-se as relações significativas, a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto, ser reescrita da seguinte forma: O fenômeno global é excesso de trabalho.
A diferença existente entre "tempo livre" e "tempo não-livre" é a mesma que distingue as pessoas que estão "convictas de que agem por vontade própria" (L.12) daquelas "pessoas não-livres" (L.19-20) que desconhecem a "sua não-liberdade em si mesma" (L.20).
O período 'O mercado (...) relógio' (L.7-9), por apresentar a causa do que é afirmado na oração anterior, poderia, mantendo-se a coerência do texto, ter seu início - 'O mercado' - substituído por: Por isso, o mercado.
Conclui-se da leitura do texto que tanto o "tempo não-livre" quanto o "tempo livre" são condicionados pela sociedade.
No desenvolvimento da argumentação, o emprego de "Até" (L.5) enfatiza que o tempo para outras atividades, além das citadas, foi diminuindo, exceto o tempo para o trabalho.
Considerando-se que uma das funções semânticas do verbo ser é explicitar uma relação de igualdade entre termos, a oração "O excesso de trabalho é um fenômeno global" (L.6-7) poderia, preservando-se as relações significativas, a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto, ser reescrita da seguinte forma: O fenômeno global é excesso de trabalho.
Do primeiro parágrafo do texto, depreende-se que a idéia de tempo livre, isto é, a de tempo não ocupado pelo trabalho, não é nova.
A diferença existente entre "tempo livre" e "tempo não-livre" é a mesma que distingue as pessoas que estão "convictas de que agem por vontade própria" (L.12) daquelas "pessoas não-livres" (L.19-20) que desconhecem a "sua não-liberdade em si mesma" (L.20).
Conclui-se da leitura do texto que tanto o "tempo não-livre" quanto o "tempo livre" são condicionados pela sociedade.
Na linha 11, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
No desenvolvimento da argumentação, o emprego de "Até" (L.5) enfatiza que o tempo para outras atividades, além das citadas, foi diminuindo, exceto o tempo para o trabalho.
Nas linhas de 1 a 6, nos trechos em que se afirma que "tempo livre" opõe-se a "tempo não-livre" e que "tempo livre é acorrentado ao seu oposto", a justaposição de idéias contrárias entre si fragiliza a coerência textual e impossibilita a definição do conceito de "tempo livre".
Considerando-se que uma das funções semânticas do verbo ser é explicitar uma relação de igualdade entre termos, a oração "O excesso de trabalho é um fenômeno global" (L.6-7) poderia, preservando-se as relações significativas, a coerência da argumentação e a correção gramatical do texto, ser reescrita da seguinte forma: O fenômeno global é excesso de trabalho.
Do primeiro parágrafo do texto, depreende-se que a idéia de tempo livre, isto é, a de tempo não ocupado pelo trabalho, não é nova.
Na oração "O resultado acabou sendo, de certa forma, nefasto para o trabalhador" (L.3-4), a retirada da expressão "para o trabalhador", que complementa o vocábulo "nefasto", não alteraria as relações semânticas do texto, visto que o emprego desse vocábulo é suficiente para que se compreendam as informações relativas ao "resultado" referido no trecho.
Conclui-se da leitura do texto que tanto o "tempo não-livre" quanto o "tempo livre" são condicionados pela sociedade.
Na linha 11, o termo "encantamento" faz referência ao poder exercido pela sociedade sobre as pessoas.
No desenvolvimento da argumentação, o emprego de "Até" (L.5) enfatiza que o tempo para outras atividades, além das citadas, foi diminuindo, exceto o tempo para o trabalho.
Nas linhas de 1 a 6, nos trechos em que se afirma que "tempo livre" opõe-se a "tempo não-livre" e que "tempo livre é acorrentado ao seu oposto", a justaposição de idéias contrárias entre si fragiliza a coerência textual e impossibilita a definição do conceito de "tempo livre".
Do primeiro parágrafo do texto, depreende-se que a idéia de tempo livre, isto é, a de tempo não ocupado pelo trabalho, não é nova.
Na oração "O resultado acabou sendo, de certa forma, nefasto para o trabalhador" (L.3-4), a retirada da expressão "para o trabalhador", que complementa o vocábulo "nefasto", não alteraria as relações semânticas do texto, visto que o emprego desse vocábulo é suficiente para que se compreendam as informações relativas ao "resultado" referido no trecho.