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Questões de Filosofia e Ética

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Questão 1IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“A partir da década de 1960 surgem propostas de inspiração tecnicista, baseadas na convicção de que a escola só se tornaria eficaz, se adotasse o modelo empresarial [...]. A tendência tecnicista aplicada à educação surge nos EUA. Em seguida, seus teóricos e técnicos passam a influenciar os países latino-americanos em via de desenvolvimento." ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3 ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna, 2006 p.171 (Adaptado) Entre os objetivos da escola estruturada a partir do modelo empresarial, destaca-se a preocupação em

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Questão 2IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“A percepção sinestésica é a regra, e, se não percebemos isso, é porque o saber científico desloca a experiência e porque desaprendemos a ver, a ouvir e, em geral, a sentir, para deduzir de nossa organização corporal e do mundo tal como concebe o físico aquilo que devemos ver, ouvir e sentir." MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Trad. Carlos Alberto ribeiro de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 2006, p.308 Merleau-Ponty traz uma concepção de percepção como

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Questão 3IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

Leia os fragmentos a seguir, extraídos de um diálogo entre Sócrates e Glauco. SÓCRATES ___ Agora imagina a maneira como segue o estado de nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça. [...]. A educação não é o que alguns proclamam que é, porquanto pretendem introduzi-la na alma onde ela não está, como quem tentasse dar vista a olhos cegos. [...]. A educação é, pois, a arte que se propõe esse objetivo, a conversão da alma, e que procura os meios mais eficazes de conseguir. Não consiste em dar visão ao órgão da alma, visto que já a tem; mas, como ele está mal orientado e não olha para onde deveria, ela esforça-se por encaminhá-lo na boa direção. PLATÃO. A República. Livro VII. Tradução Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova cultural, 2000 p.225 229 A partir desses fragmentos do diálogo, sobre os sentidos atribuídos por Platão à alegoria da caverna, é CORRETO afirmar que

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Questão 4IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Para Nietzsche a filosofia jamais poderia ser uma ciência. A bem dizer, ele compartilha essa convicção com a maioria dos filósofos que sabem muito bem, quando falam de theoría, que esta última não tem nenhuma pretensão científica propriamente dita. As grandes teses filosóficas não são nem verificáveis nem falsificáveis experimentalmente. (...). Alguns “cientistas" __ que não refletem um palmo adiante do nariz __ concluem às vezes, que a filosofia é um discurso vazio. É porque não entenderam nada de seu estatuto. (...) A primeira conclusão de Heidegger (...) é de que a filosofia, diferentemente das ciências, não versa sobre nenhum objeto particular (...) sobre nenhum “ente" em particular. (...). Por isso, segundo Heidegger, a filosofia é antes de mais nada (...) uma ontologia, uma teoria do ser, não uma teoria desta ou daquela classe de objetos ou de entes particulares. Mais precisamente, a theoría filosófica interroga-se sobre características comuns a todos os “entes" ... FERRY, Luc. Vencer os medos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008 P.195-201 (Adaptado) A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que

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Questão 5IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Procurei o que era a maldade e não encontrei uma substância, mas sim uma perversão da vontade desviada da substância suprema __ de vós, ó Deus __ e tendendo para as coisas baixas: vontade que derrama as suas entranhas e se levanta com intumescência.[...]. O corpo, devido ao peso, tende para o lugar que lhe é próprio, porque o peso não tende só para baixo, mas também para o lugar que lhe é próprio. Assim, o fogo encaminha-se para cima e a pedra para baixo. Movem-se segundo seu peso. Dirigem-se para o lugar que lhes compete. O azeite derramado sobre a água aflora à superfície; a água vertida sobre o azeite submerge-se debaixo deste: movem-se segundo seu peso e dirigem-se para o lugar que lhes compete. As coisas que não estão no próprio lugar agitam-se, mas quando o encontram, ordenam-se e repousam. O meu amor é o meu peso. Para qualquer parte que vá, é ele quem me leva." AGOSTINHO, As confissões. Livro VII,16 e VIII, 9 Trad. J. Oliveira Santos e Ambrósio Pina. São Paulo: Nova Cultural, 1996 Em conformidade com o pensamento patrístico de Agostinho, presente nos fragmentos acima, sua concepção de mal afirma que

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Questão 6IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Quando todo o povo estatui algo para todo povo, só considera a si mesmo (...). Então, a matéria sobre a qual se estatui é geral como a vontade que a estatui. A esse ato dou o nome de lei. Quando digo que o objeto das leis é sempre geral, por isso entendo que a Lei considera os súditos como corpo e as ações como abstratas, e jamais um homem como um indivíduo ou uma ação particular. Desse modo, a Lei poderá muito bem estatuir que haverá privilégios, mas ela não poderá concedê-los nominalmente a ninguém. Qualquer função relativa a um objeto individual não pertence, de modo algum, ao poder legislativo. Baseando-se nessa ideia, vê-se logo que não se deve mais perguntar a quem cabe fazer as leis, pois são atos da vontade geral, nem se o príncipe está acima das leis, visto que é membro do Estado; ou se a lei pode ser injusta, pois ninguém é injusto consigo mesmo, ou como se pode ser livre e estar sujeito às leis, desde que estas não passam de registros de nossas vontades." ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes S.Machado. 5 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991 p.54-55 A partir desse fragmento, considerando-se o pensamento de Rousseau, a temática da lei e da liberdade expressa que

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Questão 7IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

A primeira e a mais importante conseqüência decorrente dos princípios até aqui estabelecidos é que só a vontade geral pode dirigir as forças do Estado de acordo com a finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses mesmos interesses que o possibilitou. O que existe de comum nesses vários interesses forma o liame social e, se não houvesse um ponto em que todos os interesses concordassem, nenhuma sociedade poderia existir. Ora, somente com base nesse interesse comum é que a sociedade pode ser governada. Afirmo, pois, que a soberania, não sendo senão o exercício da vontade geral, jamais pode alienar-se e que o soberano, que nada é, senão um ser coletivo, só pode ser representado por si mesmo. O poder pode transmitir-se; não porém, a vontade. (...). A soberania é indivisível pela mesma razão que é inalienável, pois a vontade ou é geral, ou não o é, ou é a do corpo do povo, ou somente de uma parte. (...) Há comumente muita diferença entre a vontade de todos e a vontade geral. Esta se prende somente ao interesse comum; a outra, ao interesse privado e não passa da soma das vontades particulares. ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes Santos Machado. 5 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1991 P. 43-47 A partir desse fragmento, em conformidade com Rousseau, o que caracteriza a noção de soberania é a idéia de que

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Questão 8IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Não menos que saber, duvidar me agrada." afirma Dante. [...] A verdade e a razão são comuns a todos e não pertencem mais a quem as diz primeiro do que ao que as diz depois. Não é mais segundo Platão, do que segundo eu mesmo, que tal coisa se enuncia, desde que a compreendamos. [...] O proveito de nosso estudo está em nos tornarmos melhores e mais avisados. É a inteligência que vê e ouve; é a inteligência que tudo aproveita, tudo dispõe, age, domina e reina. Tudo o mais é cego, surdo e sem alma. Certamente tornaremos a criança servil e tímida se não lhe dermos a oportunidade de fazer algo por si. [...] saber de cor não é saber: é conservar o que se entregou à memória para guardar. Do que sabemos efetivamente, dispomos sem olhar para o modelo, sem voltar os olhos para o livro. MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Livro I. Cap. XXVI. Trad de. Sérgio Milliet. São Paulo: Nova cultural, 1991 P. 75-83 Com base nesse fragmento, em sua relação com a educação, a filosofia deve ser compreendida como

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Questão 9IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

Em A disseminação (1972), Derrida ilustra a desconstrução com um exemplo tomado da história da filosofia. No Fedro, Platão narra o mito de Tot __ o deus que inventou a escrita __ e Tamuz __ o rei egípcio a quem ele ofereceu a criação. Tamuz recusa o presente, julgando que seus perigos suplantam seus benefícios para a humanidade. FEARN, Nicholas. Aprendendo a filosofar em 25 lições. Do poço de Tales à desconstrução de Derrida. Trad. Maria Luiza S. de A. Borges. Rio de janeiro: Editora Zahar, 2004 p.175 A partir dessa referência e com base nos estudos realizados, para Derrida é CORRETO afirmar que

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Questão 10IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Embora tenhamos de reconhecer os aspectos inovadores da contribuição de Dewey, sobretudo quanto à oposição à escola tradicional [...], prejuízos resultaram da assimilação inadequada das novas ideias e da tentativa de sua implantação sem critérios." ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna, 2006 p.171 Nessa reflexão sobre os resultados da escola nova, a autora, em sua obra destaca o fato de que

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Questão 11IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

Desde A Estrutura das Revoluções Científicas de Thomas Kuhn, o desenvolvimento da ciência não se efetua por acumulação dos conhecimentos, mas por transformação dos princípios que os organizam. MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. Trad. Edgard de Assis Carvalho. São Paulo: Cortez, 2002 p. 52 “Considero “paradigmas" as realizações científicas universalmente reconhecidas que, durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade de praticantes de uma ciência". (...). As revoluções científicas são os complementos desintegradores da tradição à qual a atividade da ciência normal está ligada. (...) Thomas KUHN. Estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva. 2 ed. 1978 p.15-30 As grandes realizações das ciências encontram-se sempre circunscritas por um paradigma, seja ele já consolidado ou emergente. Sobre essa afirmação é CORRETO afirmar que

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Questão 12IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Quando lemos os romances de Balzac, Dickens, Dostoiévsky, Tolstói, Proust, aprendemos, compreendemos e percebemos o que as ciências não chegam a dizer porque ignoram os sujeitos humanos... A exclusão do sujeito efetuou-se com base na concordância de que as experimentações e observações realizadas por diversos observadores permitiriam atingir um conhecimento objetivo. Mas, desse modo, ignorou-se que as teorias científicas não são puro e simples reflexo das realidades objetivas, mas coprodutos das estruturas do espírito humano e das condições socioculturais do

conhecimento." MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. Trad. Edgard de Assis Carvalho. São Paulo: Cortez, 2002 p. 34 53 A partir desse fragmento sobre os pressupostos que animavam essa referida concepção de ciência criticada por Morin, é CORRETO afirmar que eles

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Questão 13IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Depois do desmoronamento da bela ordem cósmica e de sua substituição por uma natureza completamente desprovida de sentido e conflituosa, não há mais nada de divino no universo ao qual o espírito humano possa se dedicar a ver, contemplar. A ordem, a harmonia, a beleza e a bondade não são mais dadas de imediato, não se inscrevem mais a priori no seio do próprio real... Daí a nova tarefa da ciência moderna não residir mais na contemplação passiva de uma beleza dada, já inscrita no mundo, mas no trabalho, na elaboração ativa, ou na construção de leis que permitem dar a um universo desencantado um sentido que, a princípio, ele não mais tem. Portanto, ela não é mais um espetáculo passivo, mas uma atividade do espírito." FERRY, Luc. Aprender a viver. Trad. Vera Lúcia dos Reis. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007 P. 121-122 Sobre a concepção de ciência, é CORRETO afirmar que

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Questão 14IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Os fins são vários e nós escolhemos alguns dentre eles [...] segue-se que nem todos os fins são absolutos; mas o sumo bem é claramente algo de absoluto. Portanto, só existe um fim absoluto [...]. Ora, nós chamamos de absoluto aquilo que merece ser buscado por si mesmo, e não com vistas em outra coisa; por isso chamamos de absoluto incondicional aquilo que é sempre desejável em si mesmo e nunca no interesse de outra coisa. Ora, esse é o conceito que preeminentemente fazemos da felicidade. [...]. Para o homem, a vida conforme a razão é a melhor e a mais aprazível, pois que a razão, mais que qualquer outra coisa, é o homem. Donde se conclui que essa vida é também a mais feliz." ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, Livro I. “Estranho seria fazer do homem sumamente feliz um solitário, pois ninguém escolheria a

posse do mundo sob a condição de viver só, já que o homem é um ser político e está em sua natureza o viver em sociedade." ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco. Livro V. 2 Com base nesses fragmentos e em outras informações sobre o pensamento aristotélico, o conceito da felicidade se traduz como fim último da vida,

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Questão 15IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

“Os que se dedicam à critica das ações humanas jamais se sentem tão embaraçados como quando procuram agrupar e harmonizar sob uma mesma luz todos os atos dos homens, pois estes se contradizem comumente e a tal ponto que não parecem provir de um mesmo indivíduo. (...). Nossa maneira habitual de fazer está em seguir os nossos impulsos instintivos para a direita ou para a esquerda, para cima ou para baixo, segundo as circunstâncias. Só pensamos no que queremos no próprio instante em que o queremos, e mudamos de vontade como muda de cor o camaleão". MONTAIGNE, M. Ensaios. Livro II. Cap. I. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Nova cultural, 1991. P.157. Em conformidade com o fragmento acima, sobre as condições do agir humano, é CORRETO afirmar que 32

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Questão 16IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

Visto que na alma se encontram três espécies de coisas ___ paixões, faculdades e disposições de caráter ___ a virtude deve pertencer a uma destas. (...) A virtude é, pois, uma disposição de caráter relacionada com a escolha e consistente numa mediania, isto é, a mediania relativa a nós, a qual é determinada por um princípio racional próprio do homem dotado de sabedoria prática (...). Pois, tornamo-nos justos praticando atos justos, moderados praticando ações moderadas, e corajosos praticando ações corajosas. [...] Ora, julga-se que é cunho característico de um homem dotado de sabedoria prática o poder deliberar bem sobre o que é bom e conveniente para ele, não sob um aspecto particular, como por exemplo sobre as espécies de coisas que contribuem para a saúde e o vigor, mas sobre aquelas que contribuem para a vida boa em geral. Aristóteles, Ética a Nicômaco. Livro II e VI. São Paulo: Nova cultural, 1991, p.31 . 33 104 Com base nesse trecho e em outras informações sobre o pensamento aristotélico, é

CORRETO afirmar que a virtude

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Questão 17IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

À primeira vista, nada pode parecer mais ilimitado do que o pensamento humano, que não apenas escapa a toda autoridade e a todo poder do homem, mas também nem sempre é reprimido dentro dos limites da natureza e da realidade. (...). Entretanto, embora nosso pensamento pareça possuir esta liberdade ilimitada, verificaremos, através de um exame mais minucioso, que ele está realmente confinado dentro de limites muito reduzidos e que todo poder criador do espírito não ultrapassa a faculdade de combinar, de transpor, aumentar ou de diminuir os materiais que nos foram fornecidos pelos sentidos e pela experiência. (...) HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano. Seção II. Da origem das ideias. Trad. Anoar Aiex. 5 edição. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1992, p.70 Na disputa com Renê Descartes, sobre a possibilidade de ideia inata e universal, é CORRETO afirmar que David Hume considera que

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Questão 18IF-SP·Diversas·2014Filosofia e Ética

Uma das diferenças do trabalho de Nicolau Maquiavel em relação aos conhecimentos pré–científicos anterior ao Renascimento é que ele

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