É correto afirmar que a inclusão da Libras como disciplina curricular, de acordo com o Decreto n.º 5.626 de 2005, deverá
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É correto afirmar que a inclusão da Libras como disciplina curricular, de acordo com o Decreto n.º 5.626 de 2005, deverá
Sobre o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua para pessoas surdas é correto afirmar que o(a)
“A identidade é construída dentro da(s) cultura(s) e não fora dela(s)” (HALL, 2000, p. 110). Portanto, a cultura surda é o lugar para o ser surdo construir sua identidade, sua subjetividade, o ser sujeito surdo. A citação do autor enquadra-se na seguinte teoria:
Segundo Quadros e Karnopp (2004), há duas formas de criar novos sinais na Libras, a derivação e a composição. No que diz respeito à formação de sinais compostos, observa-se que tanto regras fonológicas quanto morfológicas podem ser aplicadas nesse processo. Uma das regras morfológicas identificadas na formação de sinais compostos na Libras é a Regra da sequência única, definida como
De acordo com Sá (2006), é somente a partir do século XVIII que tem início a educação institucionalizada dos surdos. A instituição mais famosa desse período é o atual Instituto de Jovens Surdos de Paris, fundado pelo abade francês Charles- Michel de l'Epée em 1756. Segundo Sacks (2010), para ensinar aos surdos a leitura e a escrita, o abade de l'Epée desenvolveu o sistema de sinais metódicos, o qual pode ser definido como
Moura (2014) ressalta, no capítulo “surdez e linguagem" do livro Tenho um aluno Surdo e agora? introdução à Libras e Educação de Surdos, que no espaço escolar a criança surda poderá adquirir a Língua de Sinais e desenvolver a sua linguagem. Para isso é necessário que ela tenha um ambiente rico e estimulador. Esse tipo de ambiente para a criança surda, na escola, é favorecido pelas seguintes condições:
No ensino de Libras como segunda língua para ouvintes, a identificação dos diferentes estilos de aprendizagem dos alunos pode promover um ambiente de aprendizagem que valorize suas diferentes formas de aprender (GESSER, 2012). O estilo de aprendizagem em que o aluno recorre à experiência física (sentir, tocar, manusear), para a aprender a Libras, tem sido denominado de
De acordo com Mertzani (2010), o ensino de línguas de sinais para ouvintes tem utilizado métodos de ensino de segunda língua. A abordagem de ensino de Libras para ouvintes cujo foco da aprendizagem não está na forma linguística, mas no desenvolvimento de uma competência para usar a Libras em situações reais, é a
Na educação inclusiva para surdos é importante
O Artigo 30 da Lei n.º 13.146 de 2015, que trata dos processos seletivos para ingresso e permanência no ensino superior, determina que, para garantir acessibilidade às pessoas surdas, estas passam a ter como direitos garantidos
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), na Libras, o parâmetro Movimento tem sido descrito em quatro categorias: tipo, direcionalidade, maneira e frequência. São tipos de movimento
Na proposta bilíngue de educação de surdos, a surdez não é concebida como a “experiência de uma falta” (a falta da audição), mas em termos linguísticos, políticos, sociais e culturais (SÁ, 2006). A Libras é considerada a primeira língua dos surdos e a língua portuguesa como segunda língua, bem como as relações e representações sociais conferidas a essas línguas pelo surdo. Nessa perspectiva, o currículo deve
O registro de aulas e atividades de Libras representa a constituição de um material para o próprio estudo e ensino da Libras. No que diz respeito ao processo de ensino da leitura de sinais, o registro em vídeo de textos em sinais toma grande importância, pois se mostra como uma possibilidade de
Leia o trecho: Discutir a educação bilíngue numa perspectiva política pode apresentar um duplo sentido. O primeiro pode ser atribuído ao valor de construção histórica, cultural e social e o segundo como relações de poder e conhecimentos que atravessam e delimitam a proposta e o processo educacional (SKLIAR, 2009, p. 7). Na perspectiva política, o autor considera o segundo sentido da educação bilingue como uma prática]
De acordo com Basso, Strobel e Masutti (2009), o ensino de Libras como primeira língua para alunos surdos considera, principalmente, o desenvolvimento da leitura de sinais, a produção de textos sinalizados e escritos em sinais e o estudo da gramática. No que diz respeito a esse último aspecto, a premissa de que os alunos surdos utilizam a gramática da Libras de forma inconsciente implica uma busca pelo seu uso consciente, o qual pode ser alcançado por meio de
Observe a figura a seguir: A figura apresenta as unidades mínimas que formam os sinais da Libras: Locação (L), Movimento (M) e Configuração de Mão (CM). Essas unidades são consideradas como parâmetros
O Plano Nacional de Educação, instituído pela Lei nº 13.005 de 2014, trata, dentre várias garantias de direito, da oferta de educação bilíngue, em Língua Brasileira de Sinais – Libras – como primeira língua e da modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas (BRASIL, PNE, Meta 4, estratégia 4.7). A faixa etária considerada obrigatória pelo PNE, para alunos surdos e com deficiência auditiva é
De acordo com o Decreto n.º 5.626, de 2005, a modalidade oral da Língua Portuguesa, na educação básica, deve ser ofertada aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, preferencialmente,
O Decreto nº 5.626, de 2005, estabelece que, para complementar o currículo da base nacional comum, o ensino de Libras e o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa como segunda língua para alunos surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental. É correto afirmar, acerca dessas perspectivas, que
De acordo com as orientações oficiais, o trabalho com a análise linguística nas escolas deve consistir
A meta 16 do Plano Nacional de Educação, Lei N.º 13.005 de 2014, determina a formação, em nível de pós-graduação, de cinquenta por cento dos professores da educação básica até o último ano de sua vigência e a garantia a todos(as) os(as) profissionais da educação básica de formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. A estratégia relacionada a essa meta que é voltada para a educação de surdos e a Libras consiste em
As práticas de ensino da língua portuguesa que visem ao letramento dos estudantes devem
Quando se pensa em gramática, logo vem à mente o conceito de gramática tradicional, isto é, um conjunto de normas, regras e leis internas para o bom funcionamento da língua, imprescindível à fala e à escrita corretas. Essa definição é bastante limitada quando se trata de fenômenos que constituem uma língua. NÃO é correto afirmar que
“Seu trabalho não apenas influenciou os métodos de ensino para surdos no decorrer dos tempos, como também demonstrou que eram falsos os argumentos médicos e filosóficos e as crenças religiosas da época sobre a incapacidade dos surdos para o desenvolvimento da linguagem e, portanto, para toda e qualquer aprendizagem” (LODI, 2005, p. 411). Ele é considerado o primeiro educador de surdos da história e, no século XVI, conseguiu ensinar a fala a dois surdos da família do Condestável de Castilha. Essas informações relatam dados biográficos de
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, a escola deve priorizar o ensino dos gêneros orais públicos com o objetivo de
O letramento pode ser definido como
O professor de Libras como segunda língua para ouvintes não pode interferir ou mudar o estilo de aprendizagem de seus alunos, mas pode orientar o uso das estratégias de aprendizagem que podem se mostrar mais eficazes na resolução das tarefas em Libras (GESSER, 2012). Há vários tipos de estratégias de aprendizagem, dentre elas destacam-se as estratégias metacognitivas, que
Além da competência gramatical, o ensino da língua portuguesa deve levar o estudante a desenvolver
A abordagem descritiva da língua portuguesa em sala de aula implica
Também de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, o ensino da escuta e da produção de textos orais deve considerar, além do conhecimento didático acumulado, as contribuições de áreas como a