Questões de Serviço SocialIDECI 2013

23 questões da prova Diversas 2013, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.

Questão 1IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Por padrão, ao iniciar o Microsoft PowerPoint 2007 ele abre, onde se cria e se trabalha em slides, no modo de exibição chamado:

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Questão 2IDECI·Diversas·2013Serviço Social

A gestão dos programas e projetos destinados à habitação de interesse social é composta por diversos órgãos e entidades. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que apresenta os órgãos e entidades que a compoem. I. Ministério das Cidades. II. Conselho do Idoso. III. Caixa Econômica Federal. IV. Conselho das Cidades. Estão corretas as afirmativas:

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Questão 3IDECI·Diversas·2013Serviço Social

A questão social dispõe de uma dimensão estrutural, que atinge visceralmente a vida dos sujeitos numa luta incessante pela cidadania. Podemos afirmar que o apelo à inclusão social indica a necessidade de compreensão de uma antiga questão. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que descreve tal questão.

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Questão 4IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Na atualidade, a questão social é um conjunto multifacetado das expressões das desigualdades sociais engendradas na sociedade capitalista, impensáveis sem a intermediação do Estado. Essa apreensão trata de desigualdades. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que descreve tais desigualdades:

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Questão 5IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Existem várias dimensões das relações entre família e as políticas públicas. Pode - se dizer que existem funções correlatas e imprescindíveis ao desenvolvimento e à proteção dos indivíduos. Portanto, a família está no centro das políticas. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa que apresenta tais funções.

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Questão 6IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Após a instalação do suplemento Salvar como PDF ou XPS para o 2007 Microsoft Office System, pode-se gravar arquivos em PDF dos seguintes aplicativos:

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Questão 7IDECI·Diversas·2013Serviço Social

URL é basicamente um endereço de um recurso disponível em uma rede com a seguinte estrutura: protocolo://máquina/caminho/recurso. Portanto, um ? protocolo? NÃO pode ser iniciado com:

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Questão 8IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Quanto a classificação de uma coluna de dados alfanuméricos no Microsoft Excel 2007, assinalar (F) Falso ou (V) Verdadeiro nas afirmações abaixo: ( ) é possível classificá-la em ordem alfanumérica decrescente. ( ) pode-se classificar por diferenciação entre maiúsculas e minúsculas.

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Questão 9IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Os botões de ação do Microsoft PowerPoint 2007, no modo de apresentação de slides, além de executarem filmes ou sons, contêm formas como setas para direita e para esquerda e símbolos de fácil compreensão referentes às ações:

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Questão 10IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Utiliza-se ? referências absolutas? para fazer referência a células que não devem ser alteradas quando a fórmula for copiada. Para tanto, se uma célula tem a fórmula = C4*D9 e queremos criar uma referência absoluta para a coluna D e linha 9, devemos usar:

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Questão 11IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Quanto à impressão de documentos no Microsoft Word 2007, assinalar (F) Falso ou (V) Verdadeiro nas afirmações abaixo: ( ) No Microsoft Word 2007 existe somente a opção ? Impressão Rápida? para o processo de impressão de documentos. ( ) Para exibir a caixa de diálogo ? Impressão Rápida? devese pressionar CTRL+R.

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Questão 12IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Quanto ao Correio Eletrônico, assinalar (F) Falso ou (V) Verdadeiro nas afirmações abaixo: ( ) A sigla ‘ Cco’ , em português, é utilizada para identificar 'cópia oculta'. ( ) Abrir arquivos ‘ EXE’ anexados num email não exige maiores cuidados de segurança.

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Questão 13IDECI·Diversas·2013Serviço Social

No Microsoft Windows (XP, VISTA e 7) ao se clicar com o botão direito do mouse na área de trabalho temos condições de acessar:

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Questão 14IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Para responder às questões de 1 a 4, leia a crônica abaixo. Somos todos vítimas Ivan Angelo Num domingo frio de início do inverno, a população de São Paulo ficou chocada com uma cena jamais vista na cidade. A capa do jornal Estadinho trazia uma fotografia que ocupava toda a largura da página e mostrava uma família de seis pessoas, homem, mulher e quatro crianças, louros, de olhos azuis, morando sob o Viaduto do Chá, sem ter o que comer, com apenas a roupa do corpo e uma cuia de chimarrão que o homem tomava. O assunto dominou as conversas naquele 2 de junho de 1918 e invadiu a semana. Como era possível tal cena na metrópole que mais crescia no país? Que gente era aquela? O homem, argentino, trabalhara na grande fazenda de café do milionário Martinho Prado, havia contraído maleita, fora despedido e depositado com a família na capital, entregue à própria má sorte. Noventa e cinco anos depois, as cenas mais vistas na cidade são de famílias dormindo na rua, sem ter o que comer, sem roupas e sem chimarrão, e de bandos de miseráveis drogados. No passado, vimos chocados um caso inédito; hoje, olhamos com anestesia da indiferença para a malta de zumbis e grupos de desvalidos, quando não os vemos com silenciosa revolta ou cauteloso receio. Como deixaram nossa cidade chegar a esse ponto? Como não fomos capazes de impedir esse horror quando era possível? Foram vindo. Das injustiças sociais vieram, dos fracassos pessoais, das famílias desestruturadas, das fugas, das frustrações, das secas nordestinas e amorosas vieram, do abandono, das fragilidades e inseguranças, das revoltas sem rumo vieram, do alcoolismo, dos pais ausentes, da escola ausente, das bravatas imaturas, dos reformatórios vieram, dos abusos, dos maus-tratos, dos baratos, das baladas, da má educação, das carências, da falta de lugar, da doença mental vieram, da baixa estima, das prisões, do risco mal calculado, dos refúgios da alma vieram... — e formaram essas multidões que nos assustam. Há alguns anos (dez?) dizia-se: é a Cracolândia, estão restritos à Cracolândia. Aquela água envenenada começou a vazar: Luz, Sé, Brás, Bom Retiro, Centro, Parque Dom Pedro, Cambuci, Mooca, Tatuapé, Campos Elíseos, Santa Cecília, Higienópolis, Avenida Paulista, baixos dos viadutos Rebouças e Doutor Arnaldo. Os moradores de Perdizes veem, consternados, que os caídos já amanhecem dormindo na porta dos seus prédios e casas. As ações espasmódicas das autoridades o que fizeram foi espalhá-los pela cidade. Que fazer? Pobres de nós, perplexos. Brotam sentimentos xenófobos até nos melhores. São um risco para a saúde pública, dizem, disseminam doenças, aids, hepatites, tuberculose, sarna, micoses. Perguntam o que é pior para o conceito de cidade limpa: uma placa irregular, que vai gerar propina, ou um maltrapilho defecando e urinando na rua? Se alguém bem vestido fizer isso,será levado para a delegacia, enquadrado em algum ato de atentado ao pudor. Esses bandos de crianças e adolescentes que perambulam pelas ruas praticando furtos e fumando crack são as peças de reposição da malta de zumbis, advertem. Perguntam, punitivos: são infratores, malfeitores, criminosos ou o quê? Em que lei se enquadram? É enquadrá-los e agir. Afirmam: estão sendo exportados para São Paulo, as autoridades devem mandá-los de volta, cuidar dos nossos e mandar o resto de volta.

Estamos precisados de tanta coisa para nos tornar melhores e vem essa coisa a nos empurrar para o lado mais escuro de nós. Precisamos nos lembrar de que há uma mãe procurando seu menino desaparecido no meio daqueles bandos, para oferecerlhe um banho quente entre uma queda e outra; há uma irmã que guardou a boneca da caçula para quando a encontrar; há uma filha tentando salvar o pai já idoso e perdido; há uma esposa com filho à procura do marido, ainda com esperança... Há histórias... Há lágrimas... Há vítimas dos dois lados. Considere as afirmativas a seguir. I. No início do século XX, a família na rua chocou a população apenas porque o homem era estrangeiro. II. O autor apoia integralmente as medidas higienizadoras da cidade, que expulsam os moradores da rua. De acordo com o texto, está correto o que se afirma em

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Questão 15IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Para responder às questões 6 e 7, observe a charge abaixo Considere as afirmativas a seguir. I. As falas da professora e do aluno indicam que ambos entenderam a palavra ? sujeito? no mesmo sentido. II. O termo ? mané? foi empregado no sentido conotativo. Está correto o que se afirma em

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Questão 16IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. O rapaz contou uma história ________ não acreditei.

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Questão 17IDECI·Diversas·2013Serviço Social

O texto abaixo foi compartilhado em redes sociais. Considere as afirmativas abaixo. I. Há um erro de concordância verbal. II. Há um problema de regência. III. Há problemas na pontuação. IV. A palavra ? se" é um pronome reflexivo nas duas vezes em que é utilizada. Está correto que se afirma em

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Questão 18IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Considere o período e as afirmativas a seguir. Os moradores de Perdizes veem, consternados, que os caídos já amanhecem dormindo na porta dos seus prédios e casas.

I. A locução ? de Perdizes? e o adjetivo ? consternados? exercem a mesma função sintática. II. O período é composto por subordinação. Está correto o que se afirma em

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Questão 19IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Considere a oração e as afirmativas a seguir. Precisa-se de funcionário com experiência. I. A oração encontra-se na voz passiva. II. O sujeito é indeterminado. Está correto o que se afirma em

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Questão 20IDECI·Diversas·2013Serviço Social

A palavra ? imaturas? é formada por

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Questão 21IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Considere os períodos abaixo. I. Tratam-se de questões polêmicas. II. Consertou-se os aparelhos. A concordância está correta em

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Questão 22IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Para responder às questões de 1 a 4, leia a crônica abaixo. Somos todos vítimas Ivan Angelo Num domingo frio de início do inverno, a população de São Paulo ficou chocada com uma cena jamais vista na cidade. A capa do jornal Estadinho trazia uma fotografia que ocupava toda a largura da página e mostrava uma família de seis pessoas, homem, mulher e quatro crianças, louros, de olhos azuis, morando sob o Viaduto do Chá, sem ter o que comer,

com apenas a roupa do corpo e uma cuia de chimarrão que o homem tomava. O assunto dominou as conversas naquele 2 de junho de 1918 e invadiu a semana. Como era possível tal cena na metrópole que mais crescia no país? Que gente era aquela? O homem, argentino, trabalhara na grande fazenda de café do milionário Martinho Prado, havia contraído maleita, fora despedido e depositado com a família na capital, entregue à própria má sorte. Noventa e cinco anos depois, as cenas mais vistas na cidade são de famílias dormindo na rua, sem ter o que comer, sem roupas e sem chimarrão, e de bandos de miseráveis drogados. No passado, vimos chocados um caso inédito; hoje, olhamos com anestesia da indiferença para a malta de zumbis e grupos de desvalidos, quando não os vemos com silenciosa revolta ou cauteloso receio. Como deixaram nossa cidade chegar a esse ponto? Como não fomos capazes de impedir esse horror quando era possível? Foram vindo. Das injustiças sociais vieram, dos fracassos pessoais, das famílias desestruturadas, das fugas, das frustrações, das secas nordestinas e amorosas vieram, do abandono, das fragilidades e inseguranças, das revoltas sem rumo vieram, do alcoolismo, dos pais ausentes, da escola ausente, das bravatas imaturas, dos reformatórios vieram, dos abusos, dos maus-tratos, dos baratos, das baladas, da má educação, das carências, da falta de lugar, da doença mental vieram, da baixa estima, das prisões, do risco mal calculado, dos refúgios da alma vieram... — e formaram essas multidões que nos assustam. Há alguns anos (dez?) dizia-se: é a Cracolândia, estão restritos à Cracolândia. Aquela água envenenada começou a vazar: Luz, Sé, Brás, Bom Retiro, Centro, Parque Dom Pedro, Cambuci, Mooca, Tatuapé, Campos Elíseos, Santa Cecília, Higienópolis, Avenida Paulista, baixos dos viadutos Rebouças e Doutor Arnaldo. Os moradores de Perdizes veem, consternados, que os caídos já amanhecem dormindo na porta dos seus prédios e casas. As ações espasmódicas das autoridades o que fizeram foi espalhá-los pela cidade. Que fazer? Pobres de nós, perplexos. Brotam sentimentos xenófobos até nos melhores. São um risco para a saúde pública, dizem, disseminam doenças, aids, hepatites, tuberculose, sarna, micoses. Perguntam o que é pior para o conceito de cidade limpa: uma placa irregular, que vai gerar propina, ou um maltrapilho defecando e urinando na rua? Se alguém bem vestido fizer isso,será levado para a delegacia, enquadrado em algum ato de atentado ao pudor. Esses bandos de crianças e adolescentes que perambulam pelas ruas praticando furtos e fumando crack são as peças de reposição da malta de zumbis, advertem. Perguntam, punitivos: são infratores, malfeitores, criminosos ou o quê? Em que lei se enquadram? É enquadrá-los e agir. Afirmam: estão sendo exportados para São Paulo, as autoridades devem mandá-los de volta, cuidar dos nossos e mandar o resto de volta. Estamos precisados de tanta coisa para nos tornar melhores e vem essa coisa a nos empurrar para o lado mais escuro de nós. Precisamos nos lembrar de que há uma mãe procurando seu menino desaparecido no meio daqueles bandos, para oferecerlhe um banho quente entre uma queda e outra; há uma irmã que guardou a boneca da caçula para quando a encontrar; há uma filha tentando salvar o pai já idoso e perdido; há uma esposa com filho à procura do marido, ainda com esperança... Há histórias... Há lágrimas... Há vítimas dos dois lados. Considere as afirmativas abaixo. I. No título, ao colocar o verbo na primeira pessoa do plural, o autor se inclui como vítima. II. De acordo com o texto, hoje estamos acostumados com os moradores de rua, por isso eles não nos provocam mais sentimentos. Está correto o que se afirma em

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Questão 23IDECI·Diversas·2013Serviço Social

Considere as afirmativas a seguir. I. Sintaticamente, o sujeito da oração na lousa é classificado como simples. II. O verbo empregado na oração escrita na lousa é transitivo direto.

Está correto o que se afirma em

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