No segundo parágrafo do texto 1A1-I, a expressão “ainda que” expressa uma
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No segundo parágrafo do texto 1A1-I, a expressão “ainda que” expressa uma
Com relação à colocação pronominal, a correção gramatical do texto 1A1-I seria mantida caso, no trecho 1.“Não me lembro de vozes”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “lembro”: lembro-me. 2.“Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela”, o pronome “nos” fosse deslocado para logo após “preparando”: preparando-nos. 3.“a realidade me assustava”, o pronome “me” fosse deslocado para logo após “assustava”: assustava-me. Assinale a opção correta.
Com relação ao emprego dos sinais de pontuação, a correção gramatical e a coerência do texto 1A2-II seriam mantidas caso, no primeiro parágrafo do texto,
Infere-se do texto 1A1-I que
Assinale a opção em que o termo apresentado tem a mesma função sintática que “A vila de minha infância” (quinto parágrafo do texto 1A1-I).
No trecho “Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros” (sexto parágrafo do texto 1A1-I), o pronome “onde” se refere à
Depreende-se do texto 1A1-I que um dos motivos que levou à escrita desse livro foi o fato de que
O texto 1A1-I é predominantemente
Com relação à pontuação, a correção gramatical do texto 1A1-I seria mantida se
A expressão “a despeito de” (quarto parágrafo) poderia ser substituída no texto 1A2-II, mantendo-se seu sentido e sua correção gramatical, por
A palavra “corrente” (final do quarto parágrafo) foi empregada no texto 1A2-I com o mesmo sentido de
Um escritor francês compôs o seguinte pensamento: “No fim do dia, não lhes perguntaram o que tinham pensado, mas o que tinham feito”. Nesse caso, segundo esse autor,
Assinale a opção que contém um trecho do texto 1A1-I em que as formas verbais foram empregadas no mesmo tempo verbal.
“Há sempre uma casca de banana perto do local de uma tragédia.” Nessa frase, a casca de banana significa
Utilize o texto abaixo para responder a questão. Texto I Os caminhões chegaram às sete e meia e todas as famílias que restavam na favela havia muito tempo já estavam de pé. Era difícil continuar na cama. Desde os bons tempos, as mulheres levantavam bem cedo para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas. Os homens também. Uns saíam para o trabalho. Outros, em busca do primeiro gole de cachaça no balcão do armazém de sô Ladislau, [...]. As crianças maiores acordavam cedo também, trazendo nos olhos e no estômago a desesperada expectativa. Será que hoje tem pão? Os menores, os nenéns brigando com a vida, dando socos no ar exigindo o peito da mãe ou a mamadeira completada com mais água sempre. (Conceição Evaristo, Becos da Memória, p.168) Na última frase do texto, destaca-se a presença de verbos no gerúndio. Esse emprego indica ações que:
Mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto 1A2-I, a expressão “em que”, no primeiro período do texto, poderia ser substituída por
Muitas palavras em língua portuguesa são formadas com o sufixo -ada, que possui significados diferentes. Assinale a opção em que todas as palavras mostram esse sufixo com o mesmo valor
Utilize o texto abaixo para responder a questão. A passagem “tudo é gravado, ninguém mais será anônimo”, não teria alteração efetiva de sentido caso fosse reescrita da seguinte forma:
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto 1A2-II “não resultaram numa piora do bem-estar nem no aumento dos casos de suicídio” (terceiro parágrafo). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
Um jogador de futebol, que jogava fora do país, declarou: “Neste país é que é bom. Aqui a gente recebe semanalmente, de 15 em 15 dias”. Essa frase significa que, nesse país,
Utilize o texto abaixo para responder a questão. Texto I
Os caminhões chegaram às sete e meia e todas as famílias que restavam na favela havia muito tempo já estavam de pé. Era difícil continuar na cama. Desde os bons tempos, as mulheres levantavam bem cedo para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas. Os homens também. Uns saíam para o trabalho. Outros, em busca do primeiro gole de cachaça no balcão do armazém de sô Ladislau, [...]. As crianças maiores acordavam cedo também, trazendo nos olhos e no estômago a desesperada expectativa. Será que hoje tem pão? Os menores, os nenéns brigando com a vida, dando socos no ar exigindo o peito da mãe ou a mamadeira completada com mais água sempre. (Conceição Evaristo, Becos da Memória, p.168) No contexto em que se encontram, os vocábulos destacados em “para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas” devem ser classificados, morfologicamente, como:
Um filósofo disse: “Como saber tudo sem envelhecer?” Com essa frase, esse filósofo nos diz que
Utilize o texto abaixo para responder a questão. Texto II ciclo vicioso minha namorada sempre sonha que namora seu namorado antigo minha ex-namorada sempre sonha que me namora e eu, desconfiado, tenho feito tudo para não sonhar... (Cacaso, Poesia Completa, p.126) O sentido do texto constrói-se por meio de sua organização interna. Desse modo, de acordo com o poema, o esforço do enunciador por “não sonhar” devese ao fato de:
A coerência e a correção do texto 1A2-I seriam mantidas caso o verbo “gerando” (segundo parágrafo) fosse substituído por
Jesus Cristo afirma num dos evangelhos: “Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem pode a árvore ruim dar bons frutos”. Tratando-se de uma mensagem moral, o que Jesus Cristo está querendo destacar é
Utilize o texto abaixo para responder a questão. A citação presente no segundo parágrafo do texto revela a percepção do professor Ricardo Cavalinni, principalmente, acerca:
Texto II Amanhã eu faço! Ano novo, vida nova, novos planos para a futuro: cuidar melhor da saúde, aprender ou melhorar os conhecimentos de uma língua estrangeira, arrumar aquela peça quebrada do carro ou da casa e por aí vai. Mas, como bem sabemos, para a maioria das pessoas poucos desses planos terão realmente se concretizado ao final deste ano. Dentro de todos nós (com variações, é claro) existe uma forte tendência ao adiamento, à ‘enrolação”, ao “amanhã eu começo”. Talvez não devesse haver qualquer surpresa nisso. Mas não é só no país de Macunaíma ou dos nossos irmãos latino-americanos que viceja o “mañana”(= amanhã). Antes de ser um problema cultural regional, esse é um problema do ser humano. A procrastinação, que é como se chama esse adiamento das tarefas ou das realizações, é, já há algum tempo, objeto de estudo da psicologia. Também, diversos desses livros de autoajuda ou guias de eficiência no trabalho ensinam como enfrentar e vencer a procrastinação. As estimativas disponíveis sugerem que entre 15% e 25% das pessoas adultas são, foram ou serão procrastinadoras em algum momento de suas vidas. Nos Estados Unidos, berço da cultura antiprocrastinação, um estudo recente sugeriu que “a procrastinação se situa no núcleo de comportamentos, como o abuso de drogas, marcados por impulsividade e baixa capacidade de autocontrole”. Nesse estudo, publicado na revista “Psychological Science” (novembro de 1997), Dianne Tice e Roy Baumeister compararam dados de estudantes universitários referentes ao estresse e aos sintomas gerais de saúde em relação às tarefas escolares daquele período. Os estudantes que se diziam procrastinadores tiveram notas piores e também relataram um maior estresse e uma frequência de gripes e resfriados. Na verdade, os procrastinadores se deram melhor no começo do ano, mas acabaram levando a pior no cômputo geral. Uma versão da fábula da cigarra e da formiga sob uma outra óptica. Assim, se, ao iniciar um trabalho, você precisa antes apontar todos os lápis, arrumar todos os papéis, tomar o último gole de água e resolver quaisquer outras coisas, cuidado (...). Leia atentamente o fragmento do texto “Amanhã eu faço!”, como é comum em produções textuais, vários aspectos são abordados no seu desenvolvimento. Assim, dentre as alternativas abaixo, a que expõe o assunto geral tratado no texto.
A palavra “rememorando”, em “E rememorando como combatíamos.” (sexto parágrafo do texto 1A1-I) poderia ser substituída, sem prejuízo para os sentidos do texto, por
“É um paradoxo que a ideia de ter vida longa agrade a todos, e a ideia de envelhecer não agrade a ninguém”. Essas ideias formam um paradoxo porque
Utilize o texto abaixo para responder a questão. Texto I
Os caminhões chegaram às sete e meia e todas as famílias que restavam na favela havia muito tempo já estavam de pé. Era difícil continuar na cama. Desde os bons tempos, as mulheres levantavam bem cedo para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas. Os homens também. Uns saíam para o trabalho. Outros, em busca do primeiro gole de cachaça no balcão do armazém de sô Ladislau, [...]. As crianças maiores acordavam cedo também, trazendo nos olhos e no estômago a desesperada expectativa. Será que hoje tem pão? Os menores, os nenéns brigando com a vida, dando socos no ar exigindo o peito da mãe ou a mamadeira completada com mais água sempre. (Conceição Evaristo, Becos da Memória, p.168) Na passagem acima, o narrador relaciona o tempo e o espaço, indicando que, na favela, acordava-se cedo, sobretudo, em função: