A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
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A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar acâmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentrodela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam idopara suas casas. Já estava muito debilitado pela baixatemperatura, quando a porta se abriu e o vigia o resgatou comvida”.Nesse segmento narrativo, os tempos verbais que estão emsucessão cronológica são:
"Adiamos o trabalho, o encontro, o almoço, o telefonema, o dentista, o dentista nos adia, a conversa séria, o pagamento do imposto de renda, as férias, a reforma agrária, o seguro de vida, o exame médico, a visita de pêsames, o conserto do automóvel, o concerto de Beethoven, o túnel para Niterói, a festa de aniversário da criança, as relações com a China, tudo". A característica de tudo adiar alcança todos os setores da vida. A alternativa em que o exemplo dado NÃO corresponde à área indicada é:
“Perguntaram ao vigia-salvador: Por que foi abrir a porta da câmara, se isso não fazia parte de sua rotina de trabalho?” A forma de discurso indireto que substitui convenientemente o segmento sublinhado é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
No título dado à crônica – Brasileiro, homem do amanhã – a palavra sublinhada está empregada fora de sua classe gramatical (derivação imprópria). A frase em que ocorre o mesmo tipo de derivação é:
Há, no texto da crônica, um conjunto de elementos que expressam quantidade. A alternativa em que o termo sublinhado NÃO tem esse valor é:
“Talvez a gratidão devesse ser uma rotina em nossas vidas...”; a forma verbal que está corretamente conjugada no mesmo tempo e modo da forma sublinhada é:
“Estou certo de que sabereis extrair a moral da história”. A forma de reescrever-se essa frase do texto que altera o seu sentido original é:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
Entre as definições do gênero crônica abaixo transcritas, aquela que se refere mais adequadamente ao texto desta prova é:
O texto da crônica mostra, em sua estruturação, um contínuo tom irônico. O segmento abaixo que foge a essa regra é:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
Há, no texto da crônica, um conjunto de elementos que expressam quantidade. A alternativa em que o termo sublinhado NÃO tem esse valor é:
O emprego dos dois pontos (:) mostra uma finalidade diferente das demais no seguinte segmento do texto:
No primeiro parágrafo há um conjunto de pronomes que se referem a elementos do texto ou da situação. O elemento referido está corretamente indicado em:
“O resto eu adio para a semana que vem”. Essa frase final do texto:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
No segundo parágrafo, para referir-se às colunas da brasilidade, anunciadas no parágrafo anterior, o cronista empregou, respectivamente, as palavras “a primeira” e “a segunda”. Caso fossem empregados pronomes demonstrativos em substituição a esses numerais ordinais, as formas adequadas seriam, respectivamente:
“...e esse é o único funcionário que me cumprimenta ao chegar e se despede ao sair”. A mesma relação semântica entre cumprimenta/se despede se repete em:
Sobre a organização desse texto, pode-se afirmar que sua estrutura:
“Aquilo que Oscar Wilde e Mark Twain diziam apenas por humorismo (nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã), não é, no Brasil, uma deliberada norma de conduta, uma diretriz fundamental”. As formas sublinhadas do demonstrativo se justificam porque:
O cronista nos diz, ao início do texto, que “o Brasil é o único país brasileiro de todo o mundo”; com essa frase, o cronista quer dizer que nosso país:
“A primeira é ainda escassamente conhecida, e nada compreendida, no Exterior; a segunda, no entanto, já anda bastante divulgada lá fora, sem que, direta ou sistematicamente, o corpo diplomático contribua para isso”. O conectivo “no entanto” traz uma oposição entre termos do texto; os termos opostos, nesse caso, são:
“Quando um empregado de um frigorífico foi inspecionar a câmara frigorífica, a porta se fechou e ele ficou preso dentro dela. Bateu na porta, gritou por socorro, mas todos haviam ido para suas casas”. Sobre a forma verbal “haviam ido”, pode-se afirmar que:
A linguagem coloquial aparece seguidas vezes no texto. O segmento que a exemplifica é:
A frase de Oscar Wilde e Mark Twain – nunca se fazer amanhã aquilo que se pode fazer depois de amanhã – constrói seu humorismo:
O segmento do texto da crônica que NÃO atesta a intertextualidade como uma das marcas da textualidade é: