Os fenômenos organizacionais revelam-se complexos para aqueles que querem investigar seus determinantes, tanto quanto para aqueles que buscam intervir na solução de problemas comuns no dia a dia de qualquer organização, independentemente de tamanho, setor ou segmento produtivo. É comum, na literatura, a compreensão de que tais fenômenos devem ser considerados como resultados da interação entre fatores que se estruturam em, pelo menos, quatro níveis: individual, grupal, organizacional propriamente dito e contextual ou ambiental. Considerando essas informações, avalie as seguintes afirmações, que relacionam os níveis dos fenômenos organizacionais com possíveis explicações de alguns temas organizacionais clássicos. I. Quando o absenteísmo é considerado o produto de fatores culturais e de políticas de gestão de pessoas, trabalha-se no nível organizacional. II. Quando a permanência do trabalhador na organização é explicada pela intensidade do seu comprometimento organizacional, trabalha-se no nível individual. III. Quando a perda do emprego não mais é atribuída à falta de habilidade do trabalhador, mas, sim, a mudanças tecnológicas que demandam novo perfil de qualificação, trabalha-se no nível contextual. IV. Quando a qualidade do desempenho no trabalho é explicada como resultado de processos motivacionais ligados a valores e metas pessoais, trabalha-se no nível grupal. V. Quando o estresse é explicado pelos conflitos, pela falta de comunicação e pelas relações entre gestores e seus subordinados, trabalha-se no nível individual. É correto apenas o que se afirma em