Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
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Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Sobre atos unilaterais e preferências e privilégios creditórios, é correto afrmar:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Sobre a propriedade, é correto afrmar:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Assinale a alternativa correta de acordo com o Direito Civil brasileiro.
Sobre o negócio jurídico, é correto afrmar:
De acordo com o Código Civil brasileiro, serão registrados no registro público, exceto:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Direito Civil. É pessoa de direito público interno:
Sobre o adimplemento e a extinção das obrigações, é correto afrmar:
De acordo com o Código Civil brasileiro, a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa prescreve em:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Sobre tutela e curatela, é correto afrmar:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Assinale a alternativa incorreta de acordo com o Direito Civil brasileiro.
Pelo contrato de transporte uma empresa se obriga, mediante retribuição, a transportar, de um lugar para outro, pessoas ou coisas. No que se refere aos danos causados às pessoas transportadas, o transportador responde pelos danos:
Assinale a alternativa correta.
Sobre a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, é correto afrmar:
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
Sobre a pessoa jurídica, é correto afrmar:
Sobre a ausência, é correto afrmar:
Sobre os contratos em geral, é correto afrmar:
Cláudio, dirigindo em alta velocidade, colidiu o seu veículo com o de Susan, causando-lhe lesões graves. Susan teve que ficar afastada de seu trabalho por 15 dias e, diante das lesões sofridas, teve redução parcial de sua capacidade de trabalho. Susan também sofreu danos estéticos em razão do acidente. Nesse caso,
Alberto e Bianca conviveram em união estável desde 2003, sem realizar qualquer pacto de convivência, pois não tinham quaisquer bens naquela ocasião. Durante esse relacionamento, tiveram dois filhos, e Bianca se dedicava aos cuidados da casa, de modo que não desenvolvia atividades remuneradas. Alberto adquiriu um imóvel em 2005, mediante financiamento imobiliário, que foi adimplido em 2015, com todas as prestações pagas com o esforço financeiro de Alberto. No ano de 2018, contraíram casamento civil, adotando o regime da comunhão parcial de bens. Na vigência do casamento, não adquiriram bens. Em 2021, Alberto faleceu. De acordo com as disposições legais e entendimento do Superior Tribunal de Justiça, na condição de viúva, Bianca
Luiz, é dono do imóvel A, que não tem acesso a via pública. Tentou conversar amigavelmente com o dono do imóvel B para que lhe fornecesse passagem pelo seu imóvel a via pública, tratando-se da única alternativa para que o imóvel A tenha saída para a rua. O dono do imóvel B recusou-se a admitir a passagem alegando que tal situação traria insegurança ao seu imóvel, no qual residia com a sua família: três filhas e esposa. Luiz então procurou a Defensoria Pública para compreender melhor seus direitos. Diante do caso,
Marcela, apesar de ser uma criança, é proprietária de um bem imóvel na cidade de Garuva-SC, onde reside com seus pais, que detêm o poder familiar. Nessas circunstâncias, os pais são