DPE - AMDiversas

Questões de Língua Portuguesa

122 questões com gabarito verificado e explicação por IA. Mostrando página 3 de 5.

Questão 1DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere a crônica abaixo para responder às questões de números 1 a 5. O estranho ofício de escrever Crônica? Nunca a célebre definição de Mário de Andrade (sobre o conto) veio tão a propósito: crônica é tudo aquilo que chamamos de crônica. Nunca me esqueço do dia em que o Carlos Castello Branco me disse, a propósito das crônicas que eu escrevia no falecido Diário Carioca, já se vão muitos anos: ? Eu, se fosse você, parava um pouco. Essa sua última crônica estava de amargar. Parei dois anos por causa disso. Quando recomecei, como todo cronista que se preza, vez por outra recauchutava um escrito antigo, à falta de coisa melhor, confiante no ineditismo que o tempo lhe conferia. Até que chegou o dia em que no meu estoque não restava senão uma, aquela que o Castellinho havia estigmatizado com seu implacável juízo crítico. Vai essa mesmo – decidi, tapando o nariz e escondendo a cara de vergonha. Pois não vem o mesmo Castellinho me dizer, efusivo, a propósito da mesmíssima crônica: ? É das melhores coisas que você já escreveu. Havia-se esquecido, o mandrião. E por causa dele eu passara dois anos no estaleiro. Quando lhe acusei a distração, ele não se perturbou: ? Agora achei boa. Ou a crônica melhorou, ou eu é que piorei. (Adaptado de: SABINO, Fernando. In: Os sabiás da crônica. Antologia. Org. de Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 152) Considerando o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

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Questão 2DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. Duas expressões que descrevem modos contrastantes de se apresentar um currículo estão em:

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Questão 3DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo, do pensador francês Voltaire (1694-1778), para responder às questões de números 6 a 10. O preço da justiça Vós, que trabalhais na reforma das leis, pensai, assim como grande jurisconsulto Beccaria, se é racional que, para ensinar os homens a detestar o homicídio, os magistrados sejam homicidas e matem um homem em grande aparato. Vede se é necessário matá-lo quando é possível puni-lo de outra maneira, e se cabe empregar um de vossos compatriotas para massacrar habilmente outro compatriota. [...] Em qualquer circunstância, condenai o criminoso a viver para ser útil: que ele trabalhe continuamente para seu país, porque ele prejudicou o seu país. É preciso reparar o prejuízo; a morte não repara nada. Talvez alguém vos diga: “O senhor Beccaria está enganado: a preferência que ele dá a trabalhos penosos e úteis, que durem toda a vida, baseia-se apenas na opinião de que essa longa e ignominiosa pena é mais terrível que a morte, pois esta só é sentida por um momento”. Não se trata de discutir qual é a punição mais suave, porém a mais útil. O grande objetivo, como já dissemos em outra passagem, é servir o público; e, sem dúvida, um homem votado todos os dias de sua vida a preservar uma região da inundação por meio de diques, ou a abrir canais que facilitem o comércio, ou a drenar pântanos infestados, presta mais serviços ao Estado que um esqueleto a pendular de uma forca numa corrente de ferro, ou desfeito em pedaços sobre uma roda de carroça. (VOLTAIRE. O preço da justiça. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 18-20) As formas verbais em vós que trabalhais, pensai e vede, uma vez flexionadas na 2 a pessoa do singular, ficarão, respectivamente:

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Questão 4DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo. Vieram depois disso relatividade, mecânica quântica, modelo padrão etc. (2º parágrafo) A forma verbal empregada nessa frase é intransitiva, assim como a destacada em:

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Questão 5DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere a crônica abaixo para responder às questões de números 1 a 5. O estranho ofício de escrever Crônica? Nunca a célebre definição de Mário de Andrade (sobre o conto) veio tão a propósito: crônica é tudo aquilo que chamamos de crônica. Nunca me esqueço do dia em que o Carlos Castello Branco me disse, a propósito das crônicas que eu escrevia no falecido Diário Carioca, já se vão muitos anos: ? Eu, se fosse você, parava um pouco. Essa sua última crônica estava de amargar. Parei dois anos por causa disso. Quando recomecei, como todo cronista que se preza, vez por outra recauchutava um

escrito antigo, à falta de coisa melhor, confiante no ineditismo que o tempo lhe conferia. Até que chegou o dia em que no meu estoque não restava senão uma, aquela que o Castellinho havia estigmatizado com seu implacável juízo crítico. Vai essa mesmo – decidi, tapando o nariz e escondendo a cara de vergonha. Pois não vem o mesmo Castellinho me dizer, efusivo, a propósito da mesmíssima crônica: ? É das melhores coisas que você já escreveu. Havia-se esquecido, o mandrião. E por causa dele eu passara dois anos no estaleiro. Quando lhe acusei a distração, ele não se perturbou: ? Agora achei boa. Ou a crônica melhorou, ou eu é que piorei. (Adaptado de: SABINO, Fernando. In: Os sabiás da crônica. Antologia. Org. de Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 152) No centro dessa crônica de Fernando Sabino está

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Questão 6DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

O comentário que interpreta adequadamente o vocábulo destacado, em seu contexto, está em:

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Questão 7DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 14. [Viver a pressa] Há uma continuidade entre a lógica intensamente competitiva e calculista do mundo do trabalho e aquilo que somos e fazemos nas horas em que estamos fora dele. O vírus da pressa alastra-se em nossos dias de uma forma tão epidêmica como a peste em outros tempos: a frequência do acesso a um website despenca caso ele seja mais lento que um site rival. Mais de um quinto dos usuários da internet desistem de um vídeo caso ele demore mais que cinco segundos para carregar. Excitação efêmera, sinal de tédio à espreita. Estará longe o dia em que toda essa pressa deixe de ser uma obsessão? Será que a adaptação triunfante aos novos tempos da velocidade máxima acabará por esvaziar até mesmo a consciência dessa nossa degradação descontrolada? (Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 88) Identifica-se o sentido funcional de uma condicionalidade no seguinte segmento do texto:

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Questão 8DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.

Entre os objetivos do texto estão

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Questão 9DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 13 e 14. Os empreendedores são heróis populares do mundo dos negócios. Fornecem empregos, introduzem inovações e incentivam o crescimento econômico da região ou do país. Não são simplesmente provedores de mercadorias, serviços, informação ou entretenimento, mas fontes de energia, que assumem riscos inerentes em uma economia em mudança, transformação e crescimento. Para o economista Joseph Schumpeter, um empreendedor é uma pessoa capaz de converter uma nova ideia ou invenção em uma inovação bem-sucedida. Ao longo do tempo, contudo, verificou-se que isso não é uma tarefa fácil. Afinal, em todo o mundo, grande parte dos novos negócios falha. (Adaptado de: CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, Barueri: Manole, 2012, edição digital)

Ao longo do tempo, contudo, verificou-se que isso não é uma tarefa fácil. (2 o parágrafo) No contexto em que se insere, o termo sublinhado pode ser substituído por

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Questão 10DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 14. [Viver a pressa] Há uma continuidade entre a lógica intensamente competitiva e calculista do mundo do trabalho e aquilo que somos e fazemos nas horas em que estamos fora dele. O vírus da pressa alastra-se em nossos dias de uma forma tão epidêmica como a peste em outros tempos: a frequência

do acesso a um website despenca caso ele seja mais lento que um site rival. Mais de um quinto dos usuários da internet desistem de um vídeo caso ele demore mais que cinco segundos para carregar. Excitação efêmera, sinal de tédio à espreita. Estará longe o dia em que toda essa pressa deixe de ser uma obsessão? Será que a adaptação triunfante aos novos tempos da velocidade máxima acabará por esvaziar até mesmo a consciência dessa nossa degradação descontrolada? (Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 88) Ao avaliar a continuidade entre a lógica do trabalho e a que rege nossa vida fora dele o autor manifesta sua

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Questão 11DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12. O adjetivo que, no contexto, está empregado como substantivo encontra-se no trecho:

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Questão 12DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

As regras da concordância padrão estão plenamente respeitadas na frase:

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Questão 13DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 13 e 14. Os empreendedores são heróis populares do mundo dos negócios. Fornecem empregos, introduzem inovações e incentivam o crescimento econômico da região ou do país. Não são simplesmente provedores de mercadorias, serviços, informação ou entretenimento, mas fontes de energia, que assumem riscos inerentes em uma economia em mudança, transformação e crescimento. Para o economista Joseph Schumpeter, um empreendedor é uma pessoa capaz de converter uma nova ideia ou invenção em uma inovação bem-sucedida. Ao longo do tempo, contudo, verificou-se que isso não é uma tarefa fácil. Afinal, em todo o mundo, grande parte dos novos negócios falha. (Adaptado de: CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor, Barueri: Manole, 2012, edição digital)

Ao longo do tempo, contudo, verificou-se que isso não é uma tarefa fácil. (2 o parágrafo) No contexto em que se insere, o termo sublinhado pode ser substituído por

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Questão 14DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo, do pensador francês Voltaire (1694-1778), para responder às questões de números 6 a 10. O preço da justiça Vós, que trabalhais na reforma das leis, pensai, assim como grande jurisconsulto Beccaria, se é racional que, para ensinar os homens a detestar o homicídio, os magistrados sejam homicidas e matem um homem em grande aparato. Vede se é necessário matá-lo quando é possível puni-lo de outra maneira, e se cabe empregar um de vossos compatriotas para massacrar habilmente outro compatriota. [...] Em qualquer circunstância, condenai o criminoso a viver para ser útil: que ele trabalhe continuamente para seu país, porque ele prejudicou o seu país. É preciso reparar o prejuízo; a morte não repara nada. Talvez alguém vos diga: “O senhor Beccaria está enganado: a preferência que ele dá a trabalhos penosos e úteis, que durem toda a vida, baseia-se apenas na opinião de que essa longa e ignominiosa pena é mais terrível que a morte, pois esta só é sentida por um momento”. Não se trata de discutir qual é a punição mais suave, porém a mais útil. O grande objetivo, como já dissemos em outra passagem, é servir o público; e, sem dúvida, um homem votado todos os dias de sua vida a preservar uma região da inundação por meio de diques, ou a abrir canais que facilitem o comércio, ou a drenar pântanos infestados, presta mais serviços ao Estado que um esqueleto a pendular de uma forca numa corrente de ferro, ou desfeito em pedaços sobre uma roda de carroça. (VOLTAIRE. O preço da justiça. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 18-20) Voltaire acusa o sentido contraditório de um determinado posicionamento ao referir-se a ele nestes segmentos:

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Questão 15DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder às questões de números 1 a 3. Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio. Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à França. (HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital) O autor recorre a uma comparação hipotética no seguinte trecho:

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Questão 16DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. A transformação de Manaus ao longo dos anos é descrita de modo concreto por meio

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Questão 17DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12. O adjetivo que, no contexto, está empregado como substantivo encontra-se no trecho:

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Questão 18DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere a crônica abaixo para responder às questões de números 1 a 5. O estranho ofício de escrever

Crônica? Nunca a célebre definição de Mário de Andrade (sobre o conto) veio tão a propósito: crônica é tudo aquilo que chamamos de crônica. Nunca me esqueço do dia em que o Carlos Castello Branco me disse, a propósito das crônicas que eu escrevia no falecido Diário Carioca, já se vão muitos anos: ? Eu, se fosse você, parava um pouco. Essa sua última crônica estava de amargar. Parei dois anos por causa disso. Quando recomecei, como todo cronista que se preza, vez por outra recauchutava um escrito antigo, à falta de coisa melhor, confiante no ineditismo que o tempo lhe conferia. Até que chegou o dia em que no meu estoque não restava senão uma, aquela que o Castellinho havia estigmatizado com seu implacável juízo crítico. Vai essa mesmo – decidi, tapando o nariz e escondendo a cara de vergonha. Pois não vem o mesmo Castellinho me dizer, efusivo, a propósito da mesmíssima crônica: ? É das melhores coisas que você já escreveu. Havia-se esquecido, o mandrião. E por causa dele eu passara dois anos no estaleiro. Quando lhe acusei a distração, ele não se perturbou: ? Agora achei boa. Ou a crônica melhorou, ou eu é que piorei. (Adaptado de: SABINO, Fernando. In: Os sabiás da crônica. Antologia. Org. de Augusto Massi. Belo Horizonte: Autêntica, 2021, p. 152) Há emprego da voz passiva e adequada correlação entre os tempos verbais na frase:

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Questão 19DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder às questões de números 1 a 3. Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio. Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à França. (HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital) A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse (2 o parágrafo) No contexto, o trecho sublinhado acima exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:

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Questão 20DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. A expressão destacada em Leonardo da Vinci se mudou de Florença para Milão a serviço do duque como engenheiro, arquiteto, escultor e pintor tem sentido equivalente ao de:

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Questão 21DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder às questões de números 1 a 3. Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio. Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à França. (HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital) O autor recorre a uma comparação hipotética no seguinte trecho:

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Questão 22DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 11 a 14. [Viver a pressa] Há uma continuidade entre a lógica intensamente competitiva e calculista do mundo do trabalho e aquilo que somos e fazemos nas horas em que estamos fora dele. O vírus da pressa alastra-se em nossos dias de uma forma tão epidêmica como a peste em outros tempos: a frequência do acesso a um website despenca caso ele seja mais lento que um site rival. Mais de um quinto dos usuários da internet desistem de um vídeo caso ele demore mais que cinco segundos para carregar. Excitação efêmera, sinal de tédio à espreita. Estará longe o dia em que toda essa pressa deixe de ser uma obsessão? Será que a adaptação triunfante aos novos tempos da velocidade máxima acabará por esvaziar até mesmo a consciência dessa nossa degradação descontrolada? (Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 88) No primeiro parágrafo do texto o autor estabelece uma relação direta entre

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Questão 23DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12. essa representação edênica começou no imaginário medieval sobre o incompreensível Oriente e a desconhecida América. (9 o parágrafo) Mantém-se o sentido substituindo-se o termo sublinhado acima por:

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Questão 24DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Leonardo Da Vinci é descrito como

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Questão 25DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o trecho de Órfãos do Eldorado para responder às questões de números 1 a 3. Estiliano era o único amigo de Amando. “Meu querido Stelios”, assim meu pai o chamava. Essa amizade antiga havia começado nos lugares que eles evocavam em voz alta como se ambos ainda fossem jovens: as praias do Uaicurapá e do Varre Vento, o lago Macuricanã, onde pescaram juntos pela última vez, antes de Estiliano viajar para o Recife e voltar advogado, e de Amando casar com minha mãe. A separação de cinco anos não esfriou a amizade. Os dois sempre se encontravam em Manaus e Vila Bela; eles se olhavam com admiração, como se estivessem diante de um espelho; e, juntos, davam a impressão de que um confiava mais no outro do que em si próprio. Via o advogado com o mesmo paletó branco, a mesma calça de suspensórios, e um emblema da Justiça na lapela. A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse; era alto e robusto demais para ser discreto, e tomava boas garrafas de tinto a qualquer hora do dia ou da noite. Quando bebia muito, falava das livrarias de Paris como se estivesse lá, mas nunca tinha ido à França. (HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, edição digital) A voz rouca e grave de Estiliano intimidava quem quer que fosse (2 o parágrafo) No contexto, o trecho sublinhado acima exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:

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Questão 26DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo, do pensador francês Voltaire (1694-1778), para responder às questões de números 6 a 10. O preço da justiça Vós, que trabalhais na reforma das leis, pensai, assim como grande jurisconsulto Beccaria, se é racional que, para ensinar os homens a detestar o homicídio, os magistrados sejam homicidas e matem um homem em grande aparato. Vede se é necessário matá-lo quando é possível puni-lo de outra maneira, e se cabe empregar um de vossos compatriotas para massacrar habilmente outro compatriota. [...] Em qualquer circunstância, condenai o criminoso a viver para ser útil: que ele trabalhe continuamente para seu país, porque ele prejudicou o seu país. É preciso reparar o prejuízo; a morte não repara nada. Talvez alguém vos diga: “O senhor Beccaria está enganado: a preferência que ele dá a trabalhos penosos e úteis, que durem toda a vida, baseia-se apenas na opinião de que essa longa e ignominiosa pena é mais terrível que a morte, pois esta só é sentida por um momento”. Não se trata de discutir qual é a punição mais suave, porém a mais útil. O grande objetivo, como já dissemos em outra passagem, é servir o público; e, sem dúvida, um homem votado todos os dias de sua vida a preservar uma região da inundação por meio de diques, ou a abrir canais que facilitem o comércio, ou a drenar pântanos infestados, presta mais serviços ao Estado que um esqueleto a pendular de uma forca numa corrente de ferro, ou desfeito em pedaços sobre uma roda de carroça. (VOLTAIRE. O preço da justiça. Trad. Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 18-20)

Ao posicionar-se contra a aplicação da pena de morte, o argumento central de Voltaire é de caráter

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Questão 27DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12.

Devido às suas características, o texto configura-se, primordialmente, como

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Questão 28DPE - AM·Diversas·2018Língua Portuguesa

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo. Ao organizar as ideias nos dois primeiros parágrafos, o autor parte

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Questão 29DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12.

longe da fome e da peste que assolavam a Europa medieval. (4 o parágrafo) Mantêm-se a correção gramatical e o sentido da frase substituindo-se o elemento sublinhado acima por:

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Questão 30DPE - AM·Diversas·2022Língua Portuguesa

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 4 a 12. Dassuem Nogueira, autora do texto, exprime um julgamento de valor no seguinte trecho:

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