Questões de Língua PortuguesaDEPEN 2015

3 questões da prova Diversas 2015, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.

Questão 1DEPEN·Diversas·2015Língua Portuguesa

O Ministério da Justiça realizou, no período de 2003 a 2012, um levantamento das taxas de homicídios nas capitais e nas regiões metropolitanas do país, bem como nas cidades do interior. A análise dos indicadores aponta as causas do aumento dessas taxas e auxilia na formulação das políticas de segurança pública e de cidadania que devem ser adotadas para impedir o avanço da criminalidade. Por sua vez, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada realizou, em 2013, um estudo sobre os fatores que têm elevado as taxas de homicídios no Brasil, a fim de avaliar os efeitos das políticas de repressão que estão sendo adotadas no país para reduzir essas taxas. A partir dessas informações, julgue os próximos itens. Estudos comprovam que, em geral, o aumento do número de prisões e a intensificação do policiamento nas ruas são medidas ineficazes para reduzir as taxas de homicídio no interior e nas regiões metropolitanas do Brasil.

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Questão 2DEPEN·Diversas·2015Língua Portuguesa

O Ministério da Justiça realizou, no período de 2003 a 2012, um levantamento das taxas de homicídios nas capitais e nas regiões metropolitanas do país, bem como nas cidades do interior. A análise dos indicadores aponta as causas do aumento dessas taxas e auxilia na formulação das políticas de segurança pública e de cidadania que devem ser adotadas para impedir o avanço da criminalidade. Por sua vez, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada realizou, em 2013, um estudo sobre os fatores que têm elevado as taxas de homicídios no Brasil, a fim de avaliar os efeitos das políticas de repressão que estão sendo adotadas no país para reduzir essas taxas. A partir dessas informações, julgue os próximos itens. Na última década, o crescimento das taxas de homicídio tem sido maior nas metrópoles que nas cidades do interior do Brasil.

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Questão 3DEPEN·Diversas·2015Língua Portuguesa

O analfabeto do futuro Competitividade, globalização e empregabilidade são expressões repetidas como palavras de ordem. O seu real significado, porém, está distorcido pela banalização do uso. A base de todo o movimento de mudanças representado por essas palavras é a competência, que precisa ser vista como a habilidade de realizar. Estamos, em pleno século XXI, travando uma luta contra o analfabetismo, a exclusão social e a desigualdade. Contudo, é preciso notar que a própria evolução competitiva dá uma nova proporção a essas dificuldades. No início do século passado, a alfabetização era a condição de o indivíduo escrever seu próprio nome. Hoje, ela exige uma competência mais complexa. É preciso, em uma folha de papel, saber exprimir ideias com coerência e fluidez. Por esse critério, podemos perceber que o problema do analfabetismo brasileiro é mais grave do que supúnhamos. Entre a necessidade de assinar o nome e a urgência em dominar a redação, passaram-se cem anos. Para darmos o salto em direção à elaboração de teses científicas para a competitividade do país, não teremos sequer uma década. Para isso, precisamos investir no desenvolvimento intelectual de nossos jovens. Precisamos de gente preparada para observar, conceber, desenvolver e exprimir ideias com

desenvoltura e conhecimento. Precisamos de gente que, em uma simples redação, seja capaz de fazer a narrativa que irá contar a história do futuro. Dulce Magalhães. O analfabeto do futuro. In: Revista Amanhã, p.74. Disponível em: (com adaptações). Com referência ao texto O analfabeto do futuro, julgue os itens a seguir. A fim de estabelecer maior interação com os leitores, a autora conclui sua argumentação com a apresentação de propostas claras e eficientes no sentido de desenvolver o potencial intelectual dos jovens do século XXI.

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