Durante a Era Vargas (1930-1945), o Estado do Mato Grosso teve várias intervenções em sua política e economia.
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Durante a Era Vargas (1930-1945), o Estado do Mato Grosso teve várias intervenções em sua política e economia.
O Período Regencial (1831-1840) foi uma das fases mais ricas e singulares em termos de organização, discussão e participação políticas da história do Brasil e também a mais agitada e conturbada da história, envolvendo várias revoltas sociais. Na Província de Mato Grosso, essa fase também foi marcada por tensões. Em 1834, os liberais mato-grossenses organizaram um enorme levante na cidade de Cuiabá e em outras localidades da fronteira do Império brasileiro. Nessa rebelião, pretendiam retirar os portugueses do poder político e econômico. Essa revolta ficou conhecida como:
No dia 28 de outubro de 2020, o governador do estado de Mato Grosso, Mauro Mendes, afirmou que o programa Mais MT vai trazer “grandes resultados para Mato Grosso e para a vida dos matogrossenses” a curto, médio e longo prazo. O programa prevê recursos na ordem de R$ 9,5 bilhões em investimentos públicos durante a gestão (2019- 2022). Desse montante, 63% serão de recursos próprios do Governo de Mato Grosso, e o restante por meio de operações de crédito, convênios e emendas. (Especial Publicitário, Governo de Mato Grosso. G1, 11/03/21) Dentre os principais investimentos anunciados pelo governador, o mais volumoso será no eixo de:
“A ocupação do atual território do Estado de Mato Grosso se inicia com a descoberta das minas dos rios Coxipó e Cuiabá pelos bandeirantes em 1719. Nesse momento, foi no território das “minas do Mato Grosso” que surgiram os primeiros povoados, a dinâmica comercial e a presença da coroa portuguesa.” CAVALCANTE, Matuzalem, FERNANDES, Bernardo Mançano. Formação territorial, agronegócio e atuais mudanças na estrutura fundiária de Mato Grosso. In : REVISTA NERA – ANO 9, N. 8 – JANEIRO/JUNHO DE 2006 – p. 113. Desde o século XVIII até os dias atuais, as políticas de colonização das terras mato-grossenses criaram uma estrutura fundiária baseada no latifúndio. Tal estrutura gerou e gera vários conflitos sociais e ambientais pela posse da terra. Em relação à história da política de colonização do Estado de Mato Grosso, é possível afirmar:
“A ocupação do atual território do Estado de Mato Grosso se inicia com a descoberta das minas dos rios Coxipó e Cuiabá pelos bandeirantes em 1719. Nesse momento, foi no território das “minas do Mato Grosso” que surgiram os primeiros povoados, a dinâmica comercial e a presença da coroa portuguesa.” CAVALCANTE, Matuzalem, FERNANDES, Bernardo Mançano. Formação territorial, agronegócio e atuais mudanças na estrutura fundiária de Mato Grosso. In : REVISTA NERA – ANO 9, N. 8 – JANEIRO/JUNHO DE 2006 – p. 113. Desde o século XVIII até os dias atuais, as políticas de colonização das terras mato-grossenses criaram uma estrutura fundiária baseada no latifúndio. Tal estrutura gerou e gera vários conflitos sociais e ambientais pela posse da terra. Em relação à história da política de colonização do Estado de Mato Grosso, é possível afirmar:
Durante o período colonial da história matogrossense, várias atividades econômicas e expedições utilizaram-se da mão de obra dos povos indígenas com diferentes propósitos. Dentre estas, podem ser citadas as de comércio, que traziam de São Paulo para o Mato Grosso roupas, bebidas, medicamentos, ferramentas, alimentos variados, através dos rios que eram navegados com a ajuda dos povos indígenas, com seus conhecimentos sobre a região. O nome dessas expedições comerciais era:
Durante o período colonial da história matogrossense, várias atividades econômicas e expedições utilizaram-se da mão de obra dos povos indígenas com diferentes propósitos. Dentre estas, podem ser citadas as de comércio, que traziam de São Paulo para o Mato Grosso roupas, bebidas, medicamentos, ferramentas, alimentos variados, através dos rios que eram navegados com a ajuda dos povos indígenas, com seus conhecimentos sobre a região. O nome dessas expedições comerciais era:
Mato Grosso tem o maior Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 do país com mais de R$ 134 bilhões, conforme estatísticas que foram divulgadas pelo Governo Federal no dia 15 de janeiro de 2021. Conforme o levantamento, o país alcançou a cifra de R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica desde 1989. O crescimento real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu em 2015, com R$ 759,6 bilhões. Dentre os principais responsáveis pela pujança do setor agropecuário na economia do estado estão:
Mato Grosso tem o maior Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 do país com mais de R$ 134 bilhões, conforme estatísticas que foram divulgadas pelo Governo Federal no dia 15 de janeiro de 2021. Conforme o levantamento, o país alcançou a cifra de R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica desde 1989. O crescimento real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu em 2015, com R$ 759,6 bilhões. Dentre os principais responsáveis pela pujança do setor agropecuário na economia do estado estão:
“Por ordem do governador e capitão general da capitania de Mato Grosso, João de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, foi realizada em 1795 uma diligência para destruir vários quilombos nas águas do Guaporé, na fronteira com a Bolívia. O diário dessa diligência é um relato minucioso dos acontecimentos e uma oportunidade rara para a abordagem das relações históricas entre os índios e os negros em Mato Grosso, que têm passado ao largo dos interesses dos historiadores, apesar das várias transcrições existentes. O objetivo deste trabalho é, a partir desse relato, fazer uma reflexão antropológica acerca das categorias caburés e cabixis utilizadas para designar os descendentes de negros e índios, especialmente Paresi e Nambiquara, que formaram em parte a tradicional população mato-grossense.” (Maria Fátima Roberto Machado Quilombos, cabixis e caburés: índios e negros em Mato Grosso, p.2 In: ) De acordo com o texto, na história do Mato Grosso, encontravam-se vários quilombos. Estes eram povoações fortificadas de negros fugidos do cativeiro, dotadas de divisões e organização interna. Era um movimento amplo e permanente de vivência de povos africanos, principalmente porque também se açoitavam índios e brancos que se recusavam à submissão, à exploração, à violência do escravismo. O quilombo mais representativo da história mato-grossense foi o:
Durante o período colonial da história mato-grossense, várias expedições e atividades econômicas utilizaram-se da mão de obra dos povos indígenas com diferentes propósitos. Sobre a exploração dessa mão de obra, pode-se afirmar:
O mapa abaixo refere-se a projeto para escoamento de produção em futuro corredor logístico. O projeto, ligando Sinop (MT) a Miritituba (PA), quando finalizado, terá alta capacidade de transporte e competitividade no escoamento da produção pelo Arco Norte. O corredor logístico em análise refere-se à:
Na fronteira, Cáceres entra na lista de "cidades gêmeas" e pode se tornar polo comercial de MT Portaria do Ministério do Desenvolvimento Regional foi publicada em 24 de abril. (Disponível em: https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/ noticia/2019/05/02/na-fronteira-caceres-entra-na-lista-de-cidades- gemeas-e-pode-se-tornar-polo-comercial-de-mt.ghtml. Acesso em 09/03/21.) Dentre as características das cidades gêmeas, pode-se destacar:
A manchete a seguir retrata uma situação de ocupação do território em Mato Grosso.
(Disponível em:https://diplomatique.org.br/especial/a-velha grilagem-de-terras-no-mato-grosso/. Acesso em 08/03/21.) O termo grileiro refere-se a:
Desde o início da ocupação do território do Mato Grosso, em 1719, até os dias de hoje, a estrutura fundiária do estado é organizada, predominantemente, em grandes propriedades rurais, os latifúndios. Apolítica de colonização esteve sempre presente na realidade mato-grossense no último século. NÃO faz parte da história da política de colonização do Estado de Mato Grosso a seguinte afirmativa: