A divisão silábica está errada em:
113 questões da prova Diversas 2016, com gabarito oficial conferido. As duas primeiras são gratuitas.
A divisão silábica está errada em:
Está incorreto apenas:
Está correto apenas:
Responda as questões 1 e 2 de acordo com a nova ortografia: Está correto apenas:
Há erro na regência dos verbos em:
“Jonas era o cabeça do grupo.” O complemento nominal é:
“Carlos era o rei da mentira.” O complemento nominal é:
A palavra monossílaba é:
As palavras grifadas no texto acima são todas:
Indique o número referente à palavra que realmente deve ser escrita com “s”:
No texto acima, quantas palavras estão escritas incorretamente:
O plural está errado em:
“Triplo” é numeral:
“Cacho” é o coletivo de “frutas” e “enxoval” é de:
“Não ______ mais esperança de que ______ em tempo os papéis que ainda _______ assinar.”
“Era verdade que havia alguns cangaceiros...” A oração em destaque é subordinada:
Há erro de concordância em:
O uso de “bastante” está incorreto em:
A regência está incorreta em:
Está correto apenas:
O uso de “bastante” está incorreto em:
“_______ nestas horas que me _____ dizer palavras de amor.”
“Eu teria estudado na USP, se tivesse passado no vestibular.” O tempo é:
Está incorreto apenas:
“Não sabemos onde está o líder do movimento.” A palavra “onde” exerce a função de:
“Não conte _ ninguém, mas acredito que faltam _ ela as características imprescindíveis _ função que deverá ocupar.”
“Invoquei os santos de que sou devoto...” A expressão em destaque é:
Há erro de concordância em:
A regência está incorreta em:
“Tomava-se _ cada minuto, mais afeito _ essas ameaçadoras digressões que levam o pensador _ viver num plano fantasioso.”
O uso de “bastante” está incorreto em:
“Invoquei os santos de que sou devoto...” A expressão em destaque é:
“Luzia voltou _ terra natal. Retornou _ casa dos pais. Cansou de ficar sozinha, prefere viver _ custas da família.”
“Meu antigo namorada era meio pedante.” O sinônimo do termo grifado é:
“Esta foi a única maneira como ela estruturou a reunião.” A palavra “como” exerce a função de:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
O uso de “bastante” está incorreto em:
Responda as questões 1 e 2 de acordo com a nova ortografia: Está incorreto apenas:
“Não ______ mais esperança de que ______ em tempo os papéis que ainda _______ assinar.”
A regência está incorreta em:
Há erro de concordância em:
“_______ nestas horas que me _____ dizer palavras de amor.”
Responda as questões 1 e 2 de acordo com a nova ortografia: Está incorreto apenas:
Responda as questões 1 e 2 de acordo com a nova ortografia: Está correto apenas:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”
“Não consigo imaginar o como de tudo isso.” A palavra “como” exerce a função de:
“Sempre achei João um menino taciturno." A palavra grifada é o mesmo que:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“A balbúrdia das crianças era tal que não conseguíamos dialogar.” A oração é subordinada adverbial:
“O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.” No trecho retirado da poesia, há:
“Quando você chegar ao aeroporto, o avião já terá decolado.” O tempo é:
“Jonas era o cabeça do grupo.” O complemento nominal é:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
“Luzia voltou _ terra natal. Retornou _ casa dos pais. Cansou de ficar sozinha, prefere viver _ custas da família.”
“Era verdade que havia alguns cangaceiros...” A oração em destaque é subordinada:
A regência está incorreta em:
“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“Embora seja eleito presidente, não permanecerá no país." A oração é subordinada adverbial:
“Carlos era o rei da mentira.” O complemento nominal é:
Há erro de concordância em:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado
é adjunto adnominal:
“Não consigo imaginar o como de tudo isso.” A palavra “como” exerce a função de:
“Quando você chegar ao aeroporto, o avião já terá decolado.” O tempo é:
“Tomava-se _ cada minuto, mais afeito _ essas ameaçadoras digressões que levam o pensador _ viver num plano fantasioso.”
“Não conte _ ninguém, mas acredito que faltam _ ela as características imprescindíveis _ função que deverá ocupar.”
“Sempre achei João um menino taciturno." A palavra grifada é o mesmo que:
“A balbúrdia das crianças era tal que não conseguíamos dialogar.” A oração é subordinada adverbial:
Depois do sol Cecília Meireles Fez-se noite com tal mistério, Tão sem rumor, tão devagar, Que o crepúsculo é como um luar Iluminando um cemitério... Tudo imóvel... Serenidades... Que tristeza, nos sonhos meus! E quanto choro e quanto adeus
Neste mar de infelicidades! Oh! Paisagens minhas de antanho... Velhas, velhas... Nem vivem mais... — As nuvens passam desiguais, Com sonolência de rebanho . . . Seres e coisas vão-se embora... E, na auréola triste do luar, Anda a lua, tão devagar, Que parece Nossa Senhora Pelos silêncios a sonhar... “Anda a lua, tão devagar...” No verso acima há:
“Para você ter adquirido essa propriedade, necessitou de instruções do corretor.” O tempo é:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“Quando você chegar ao aeroporto, o avião já terá decolado.” O tempo é:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
É preciso não esquecer nada Cecília Meireles É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence. “O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.” No trecho retirado da poesia, há:
“Jonas era o cabeça do grupo.” O complemento nominal é:
Há erro na regência dos verbos em:
“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”
“Não consigo imaginar o como de tudo isso.” A palavra “como” exerce a função de:
É preciso não esquecer nada Cecília Meireles É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence. “O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.” No trecho retirado da poesia, há:
“Jonas era o cabeça do grupo.” O complemento nominal é:
“Esta foi a única maneira como ela estruturou a reunião.” A palavra “como” exerce a função de:
“Meu antigo namorada era meio pedante.” O sinônimo do termo grifado é:
“Anda a lua, tão devagar...” No verso acima há:
“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”
“Não consigo imaginar o como de tudo isso.” A palavra “como” exerce a função de:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“Para você ter adquirido essa propriedade, necessitou de instruções do corretor.” O tempo é:
“O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.” No trecho retirado da poesia, há:
“Sempre achei João um menino taciturno." A palavra grifada é o mesmo que:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“Embora seja eleito presidente, não permanecerá no país." A oração é subordinada adverbial:
“A balbúrdia das crianças era tal que não conseguíamos dialogar.” A oração é subordinada adverbial:
“Quando você chegar ao aeroporto, o avião já terá decolado.” O tempo é:
“Carlos era o rei da mentira.” O complemento nominal é:
“Luzia voltou _ terra natal. Retornou _ casa dos pais. Cansou de ficar sozinha, prefere viver _ custas da família.”
“Esta foi a única maneira como ela estruturou a reunião.” A palavra “como” exerce a função de:
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
Depois do sol Cecília Meireles Fez-se noite com tal mistério, Tão sem rumor, tão devagar, Que o crepúsculo é como um luar Iluminando um cemitério... Tudo imóvel... Serenidades... Que tristeza, nos sonhos meus! E quanto choro e quanto adeus Neste mar de infelicidades! Oh! Paisagens minhas de antanho... Velhas, velhas... Nem vivem mais... — As nuvens passam desiguais, Com sonolência de rebanho . . . Seres e coisas vão-se embora... E, na auréola triste do luar, Anda a lua, tão devagar, Que parece Nossa Senhora Pelos silêncios a sonhar... “Anda a lua, tão devagar...” No verso acima há:
“Para você ter adquirido essa propriedade, necessitou de instruções do corretor.” O tempo é:
“Antônio deu dinheiro _ dona Joana para que voltasse _ casa dos familiares. Ela queria ficar cara _ cara com os primos.”
Segundo as regras da nova ortografia, está incorreto:
“Sempre achei João um menino taciturno." A palavra grifada é o mesmo que:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
“Não consigo imaginar o como de tudo isso.” A palavra “como” exerce a função de:
“A balbúrdia das crianças era tal que não conseguíamos dialogar.” A oração é subordinada adverbial:
É preciso não esquecer nada Cecília Meireles É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante. É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre. O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso. O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensa e de glória. O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence. “O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.” No trecho retirado da poesia, há:
“Quando você chegar ao aeroporto, o avião já terá decolado.” O tempo é:
“Jonas era o cabeça do grupo.” O complemento nominal é:
Há erro na regência dos verbos em:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal:
Assinale a alternativa em que o fragmento destacado é adjunto adnominal: